Monthly Archives: November 2003

entalada algures entre curtis e cobain

rainbow

passei a adolescência vestida de preto (ou quase). oh dear.

pobre e., que não tem culpa nenhuma,

dear z., if you happen to stop by

grande

grande

tenho a certeza de que a e. vai adorar este livro. tanto como eu.

gosto

boa noite

este é o livro de que actualmente a e. mais gosta. comprei-lho eu, mas no princípio estava desconfiada. quando percebi porquê (depois de o ver com ela dezenas de vezes) fiquei satisfeita: os bebés que aparecem são mesmo normais (e não mais bonitos que a média, estilo anúncio), estão vestidos com roupas normais (ou mesmo a fugir para o feioso) e brincam com brinquedos normais. que belo livro!

alfarrabista

031128.jpg

troquei um horrível coffee table book sobre moedas por estes quatro livros.

um dia a e. vai fazer-me perguntas complicadas sobre o funcionamento das coisas.

essencial gershwin

este disco (que a e. adora) tem-me feito recordar os filmes do fred astaire. quando era pequena adorava o fred astaire. também porque o achava parecido com o meu avô e o meu avô sabia pôr um chapéu à maneira de todas as estrelas de cinema.

há uns dias mais diferentes que os outros

alcatifa

ferramenta

tubos

pasta

meus meninos, minha menina

meninos

a outra voz

as coisas pelas coisas e seu prazer dão prazer, é certo. mas mais ainda quando gozadas também por outrem.

abi feijo

cá em casa vê-se pouca televisão. aliás, durante 8 anos vivi sem televisão (o que fazia com que, de cada vez que dava de caras com uma ligada, ficasse como boi a olhar para o palácio, mas isso é outra história). agora é ao fim da tarde que a ligo, às vezes, enquanto preparo o jantar da e. sempre no segundo canal, tenho apanhado fins de vários documentários (género televisivo de que mais gosto) de óptima qualidade. hoje vi parte de um sobre o abi feijo (que não tem um site que lhe faça justiça), realizador de filmes de animação. para além de tudo o resto, fiquei impressionada com os filmes realizados no âmbito de ateliers de animação com miúdos dos bairros do porto.

ver

planta

planta

quando estava a acabar o desenho (que eu elogiei), o b. perguntou: posso pôr aqui um bom? não percebi. o que é um bom? um bom professora, posso fazer um bom? acreditando que um bom não podia ser nada de mau, consenti. o b. escreveu no desenho: bom. ou seja, auto-avaliou-se.