Monthly Archives: January 2004

trincheiras à porta. obrigada cml

eis email que acabo de enviar para a cml (geral@cm-lisboa.pt) e junta de freguesia de santa catarina (jfsc@mail.telepac.pt) sobre as trincheiras da minha rua:

ex.mos srs.

resido na rua … … (freguesia de santa catarina). nas últimas duas semanas o passeio junto à minha porta (e ao longo de toda a rua) foi sujeito a duas intervenções por parte de empresas distintas. Por duas vezes em duas semanas o pavimento foi arrancado, escavado e reposto, com as dificuldades que daí naturalmente decorrem para os moradores. no prédio em que resido há uma idosa com dificuldade em movimentar-se e duas famílias com bebés (entre as quais a minha). nos restantes as situações não são muito diversas. ora durante a maior parte dos dias das últimas duas semanas as entradas e saídas (com e sem carrinho de bebé) fizeram-se através de trincheiras, tábuas em equilíbrio duvidoso, montes de terra e lama, etc. como é possível que as intervenções deste género não sejam calendarizadas de modo a não se chegar a este extremo de ridículo que é uma empresa estar num extremo da rua a acabar de recolocar o pavimento e outra estar no outro a levantá-lo de novo? qual é a entidade responsável por autorizar as empresas a realizar uma obra num determinado arruamento? ou será que não é necessário qualquer tipo de licença?

agradeço qualquer esclarecimento que possam prestar-me.

com os melhores cumprimentos,

pelemeni (ou pelmeni), prato tradicional ucraniano

pelmeni

a n. (enfermeira de formação a trabalhar em lisboa como empregada doméstica há quase dois anos) ensinou-me a fazer pelmeni:

1 ovo batido e diluído num copo de água

farinha de trigo

200gr de carne de vaca picada

200gr de carne de porco picada

1 cebola ralada (no ralador de maneira a ficar em puré. não é picada como nós costumamos fazer)

uma fatia de pão partido em pedacinhos e demolhado em leite

sal

pimenta preta

faz-se a massa juntando o ovo à farinha. deve ficar macia o suficiente para ser estendida muito fina.

para o recheio misturam-se bem todos os ingredientes.

estende-se a massa com cerca de 1mm de espessura e cortam-se rodelas com o bordo de um copo pequeno (usámos um biberon). cada rodela de massa leva cerca de 1 colher de café de recheio e em seguida é dobrada a meio, vincando-se os bordos para ficar bem fechada. em seguida unem-se os cantinhos.

cozer em muita água com sal. estão prontos quando começam a flutuar (cerca de 5m).

servir com um molho feito com água da cozedura à qual se junta manteiga, vinagre e mais pimenta preta. acompanhar com vodka.

tachos

desenhar

para preparar a reunião de pais de logo à tarde, peço aos meninos que desenhem um aspecto positivo (gosto muito) e um negativo ou em falta (gostava que…) da escola. como aspecto positivo, o a. desenhou-se na aula de desenho da semana passada.

#4

rag owl

Continuando. Este tem etiqueta (parte dos bonecos que a e. geralmente prefere).

quando

eu era pequena (aí até 1983) não havia (cá) barbies. havia tuchas. eram cabeçudas, feiosas e de plástico muito mais cor de rosa que as barbies. também havia cabides forrados a carpélio cor de laranja (ou era castanho?) com uma cabeça de bicho em cima (ou estou a sonhar) e as meninas iam tendo mini-serviços de chá (chineses?) cujo bule não dava jeito nenhum.

#3

boneca de pano

Com pernas. A E. pega nela ao colo e dá-lhe beijinhos.

primeira vez

seis dentes e a capacidade de se levantar sozinha pareceram-me argumentos suficientes para regressar ao cinema. foi o nosso first date pós-e.

lúcia

confeitaria nacional

confeitaria nacional

na escolinha os chapéus dos meninos estão guardados numa velha caixa de bolos da confeitaria nacional. sempre que a vejo regresso instantaneamente a uma qualquer das muitas tardes que lá passei contigo.

#2

gato

mais um. desta vez um gato. apetece-me fazer um monte deles.

dollmaker #1

boneco

fiz eu. a e. gosta.