trincheiras à porta. obrigada cml

eis email que acabo de enviar para a cml (geral@cm-lisboa.pt) e junta de freguesia de santa catarina (jfsc@mail.telepac.pt) sobre as trincheiras da minha rua:

ex.mos srs.

resido na rua … … (freguesia de santa catarina). nas últimas duas semanas o passeio junto à minha porta (e ao longo de toda a rua) foi sujeito a duas intervenções por parte de empresas distintas. Por duas vezes em duas semanas o pavimento foi arrancado, escavado e reposto, com as dificuldades que daí naturalmente decorrem para os moradores. no prédio em que resido há uma idosa com dificuldade em movimentar-se e duas famílias com bebés (entre as quais a minha). nos restantes as situações não são muito diversas. ora durante a maior parte dos dias das últimas duas semanas as entradas e saídas (com e sem carrinho de bebé) fizeram-se através de trincheiras, tábuas em equilíbrio duvidoso, montes de terra e lama, etc. como é possível que as intervenções deste género não sejam calendarizadas de modo a não se chegar a este extremo de ridículo que é uma empresa estar num extremo da rua a acabar de recolocar o pavimento e outra estar no outro a levantá-lo de novo? qual é a entidade responsável por autorizar as empresas a realizar uma obra num determinado arruamento? ou será que não é necessário qualquer tipo de licença?

agradeço qualquer esclarecimento que possam prestar-me.

com os melhores cumprimentos,

pelemeni (ou pelmeni), prato tradicional ucraniano

pelmeni

a n. (enfermeira de formação a trabalhar em lisboa como empregada doméstica há quase dois anos) ensinou-me a fazer pelmeni:

1 ovo batido e diluído num copo de água

farinha de trigo

200gr de carne de vaca picada

200gr de carne de porco picada

1 cebola ralada (no ralador de maneira a ficar em puré. não é picada como nós costumamos fazer)

uma fatia de pão partido em pedacinhos e demolhado em leite

sal

pimenta preta

faz-se a massa juntando o ovo à farinha. deve ficar macia o suficiente para ser estendida muito fina.

para o recheio misturam-se bem todos os ingredientes.

estende-se a massa com cerca de 1mm de espessura e cortam-se rodelas com o bordo de um copo pequeno (usámos um biberon). cada rodela de massa leva cerca de 1 colher de café de recheio e em seguida é dobrada a meio, vincando-se os bordos para ficar bem fechada. em seguida unem-se os cantinhos.

cozer em muita água com sal. estão prontos quando começam a flutuar (cerca de 5m).

servir com um molho feito com água da cozedura à qual se junta manteiga, vinagre e mais pimenta preta. acompanhar com vodka.

quando

eu era pequena (aí até 1983) não havia (cá) barbies. havia tuchas. eram cabeçudas, feiosas e de plástico muito mais cor de rosa que as barbies. também havia cabides forrados a carpélio cor de laranja (ou era castanho?) com uma cabeça de bicho em cima (ou estou a sonhar) e as meninas iam tendo mini-serviços de chá (chineses?) cujo bule não dava jeito nenhum.

lúcia

confeitaria nacional

confeitaria nacional

na escolinha os chapéus dos meninos estão guardados numa velha caixa de bolos da confeitaria nacional. sempre que a vejo regresso instantaneamente a uma qualquer das muitas tardes que lá passei contigo.

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