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é uma loja de nada. lá dentro, uma secretária velha e um homem a ler o jornal. na soleira da porta, hoje, um caixote de laranjas. pendurado cá fora um capacho.

à porta desta loja vazia há sempre capachos pendurados. um ou dois, com palavras sem sentido impressas. vão mudando. eu cá não sou dada a superstições.

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