blinks

chita de alcobaça

Se alguém se lembrasse de recuperar as chitas de Alcobaça (ou será que já alguém se lembrou e eu é que não as encontro?), não precisava de ficar tão maravilhada ao deparar com um sítio como este e as minhas bonecas não eram feitas quase só de tecidos produzidos noutros países.

I ♥ Japan: os bonecos de Yuriko Watanabe, livros e artistas na Skyfish Graphix e livros para crianças (como este, russo) no Triton Cafe.

#31: chegou ao Brasil e não podia estar melhor.

da arte de bem separar o lixo

Não sei ao certo quando foi que me tornei uma aficionada da reciclagem, mas julgo que a revista do El País (que o meu pai trazia todas as semanas e onde aprendi a ler castelhano), recheada de bons artigos, fotografias e ilustrações (porque é que cá nenhum jornal tem uma revista assim?) , teve alguma responsabilidade (neste assunto como em tantos outros). Ainda no liceu, serviu-me de várias vezes de tema e de motivo para uma situação ridícula – ao devolver um trabalho que eu e a Sofia tínhamos cuidadosamente impresso em papel manteiga (para mim o mais bonito dos papeis reciclados), diz-nos a professora (de Inglês, e uma das mais burras que tive): está bom, mas porque é que o fizeram neste papel tão feio de mercearia?.

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banda sonora (2)

Temos outro disco dos Gambozinos, chamado A Casa do Silêncio, que é também um livro e que comemora os 25 anos do grupo. Gosto muito menos deste. As músicas e letras são de vários autores e falta-lhe o fio narrativo que no outro cose as músicas umas às outras e o transforma numa história (a propósito, encontrei este site sobre discografia em língua portuguesa de música para a infância).

Os discos que faltam não são portugueses e só os temos em cópia porque não se encontram à venda por cá:

Vinícius de Moraes e Toquinho: A Arca de Noé (Ariola/Philips, 1980) – São Francisco, interpretada por Ney Matogrosso e Corujinha, por Elis Regina, são as minhas faixas preferidas.

Raymond Scott, Soothing sounds for baby (Epic Records, 1962) – Ela adora mas eu raramente aguento ouvi-lo todo de seguida. Vale a pena ler o que diz aqui.

…e finalmente:

Vários autores, Ó Bó, uma colectânea pirata caseira que ofereci à minha mãe há mais ou menos um ano para a E. ouvir em casa da avó.