Santa lives in Canada and her name is Tania

la goute and friends

(and she thinks it’s Christmas already!)

Adoro a vinda do carteiro (não que adore o carteiro, meio destrambelhado e com cara de poucos amigos) que, para além do resto menos interessante, me traz cada vez mais vezes pacotes especiais vindos de muito longe. Da querida Tania, a quem tenho um boneco prometido, chegou-nos hoje o envelope mais recheado de prendas que alguma vez vi, e quase todas feitas por ela: uma boneca-gota-de-água, a quem chamámos La Goute, uma pano com pássaros serigrafados, um estojo, uma série de imans, postais, botões de madeira, retalhos de tecidos, um livro para a E. e um livro para mim! Vai ser difícil agradecer-lhe à altura.

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curtas

Tal como a Betty, também eu deixei passar os Jogos Olímpicos sem saber como era a mascote (talvez porque não tenho gostado por aí além das mais recentes). Afinal são duas e até são simpáticas, mas claro que não se comparam ao Misha.

A Heidi renovou o seu My Paper Crane e acrescentou uma secção about que me deu imensa vontade de plagiar ipsissima verba (só precisava de tirar a parte sobre o nome do site). Fico sempre espantada ao encontrar gente tão próxima tão longe.

vida de mãe

pegadas

Uma boa parte da parte difícil de ser mãe reside na constante sensação de culpa que acompanha o cargo. Culpa por ter trazido a minha filha para este mundo sem saber se vou saber ensiná-la a viver com ele, culpa por cada pequena (minúscula) opção que se faz (nas coisas mais ínfimas) sem ter a certeza de ser a opção melhor, culpa por pedir aos meus pais que ficassem com ela toda a tarde de hoje para eu ficar a dormir (a dormir!) na tentativa de recuperar das muitas horas a menos de sono dos últimos meses, culpas reais e culpas ridículas (da marca da papa à escolha do infantário), responsabilidade, responsabilidade, responsabilidade. Acompanho a saga da Heather do outro lado do mar e releio a carta que me escreveu uma amiga agora grávida (tantas amigas grávidas, de repente!). Creio que nada na vida é ao mesmo tempo tão desejado e tão pesado como a maternidade. Só ela tem o poder de nos manter em constante vigília, mortas de cansaço, e a adorar cada segundo.

mais curtas

no BA outlet

Primeira constatação: estou cansada. Tanto que apaguei por engano este post três vezes enquanto o escrevia.

Pela primeira vez acertei com o dia da realização do BA Outlet, que afinal não é mesmo mais do que o conjunto das lojas existentes no bairro. Gostei dos poufs que já conhecia e das jóias de uma loja chamada Spe Duci (nada na net sobre nenhum dos projectos). A E. gostou de dançar nas alcatifas às cores.

Linotte: outra menina prendada para não variar descoberta pela Tania.

… e Polartec de primeira para os vestidos muito simples de Inverno.

curtas

bonecas

Todos os dias a caminho do (outro) trabalho passo pela montra em que moram estas bonecas. Podia dizer que as bonecas de porcelana me assustam (para onde olham quando está escuro?) mas esta (a grande, que tem – quase que aposto – cabelo de menina de verdade) não me mete medo. Acho-a tão bonita. Não creio , no entanto, que alguma vez entrarei no antiquário onde mora porque me repugnam os antiquários que ostentam memorabilia do estado novo como se não fosse nada de mais.

Skin Deep: Ontem a seguir a pôr a E. (que faz hoje um ano e meio!) a dormir a sesta apanhei no segundo canal parte de um documentário – inserido na série de documentários de refugo que têm vindo a passar – que me prendeu a atenção: uma mulher da geração da minha mãe passava cinco dias na rua disfarçada de sem-abrigo (sem dinheiro, sem comida, sem uma muda de roupa interior). Lembrei-me logo do Les glaneurs et la glaneuse, que vi há três anos, mas aqui havia uma pontinha de demagogia, não sei bem. Consegui fixar o nome da senhora, que afinal não era nem mais nem menos do que a fundadora da Body Shop.

curtas

Ontem A Ervilha… esteve inacessível desde a manhã até por volta das cinco da tarde. Serviu para me fazer sentir a importância que dou a esta espécie de casa.

Dos quatro bonecos que estavam em Sintra dois partiram no fim-de-semana (é sempre estranho não saber com quem).

Wee Wonderfuls: num blog crafty que não conhecia encontro um livro protagonizado por bonecos. Apesar de a história ser muito triste as fotografias parecem lindas.

Sin Control: receitas de biscoitos especiais descobertas pela Betty (para junto de quem a boneca do cabelo-rebuçado partirá muito em breve).

Matraquilhos: a Ana (a que não tem medo de não ser cor-de-rosa) tinha-se ido embora e agora voltou. Ainda bem.

#64

mãe de pano

Uma mãe de pano que vai ser prenda para alguém que faz dois anos (e a primeira das três que fiz até agora também foi recebida com mimos).

Regresso ao meu outro trabalho quando este exige cada vez mais tempo (e há a possibilidade de vir a colaborar numa loja em Seattle).

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