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familia

No Porto, para além de tudo o resto, comi e descansei. Longe do monte de tecidos novos e das agulhas de coser e cumpridas todas as obrigações familiares consegui não me sentir culpada por passar algumas horas sem produzir fosse o que fosse. Das lãs que levei para fazer prendas que ainda faltavam nasceram duas mitaines para a minha mãe (adaptadas dos modelos que tenho encontrado) e um par de caneleiras para a E., que lhes chama tintinhos (quentinhos). As outras prendas fi-las ainda em Lisboa (carteiras de tetrapack, gorros de tricot, imans personalizados, mudadores, cachcóis de fleece, etc.). Consegui comprar só dois presentes. No ano que vem espero chegar aos zero.

Bonecos viajados:

#100 com a Aline em Nova Iorque (que lindas as fotografias – obrigada, Aline).

#106 em casa da Jenny.

#58 todo contente.

3 comments » Write a comment

  1. Rosa,

    ando há meses a ver se faço imans… mas não sei onde e que posso comprar o iman propriamente dito… se desses uma dica ficava muito muito agradecida.

    o novelo de lã continua lá me casa para te dar…

    beijinhos

  2. Eu comecei a produção de presentes este ano. Para a beatriz fiz um vestidinho em tricot. Para a minha mamã, mana e cunhadas fiz pulseiras em tricot e quadros em ponto cruz. É tão bom dar algo feito por nós! Continuação de boas festas!

    Sílvia

  3. Rita,

    Aqui está uma excelente receita de ímans. Os meus não são destes, são iguais aos crachás que faço mas com um íman atrás. Para comprar ímans, o melhor é perguntar nas casas de ferragens e nas retrosarias.