♥ tricot

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Com pouco tempo para seja o que for e a E. a demorar mais tempo que nunca a adormecer, há dias em que à noite o máximo que produzo são umas carreiras de tricot. Estou mais ou menos viciada em fazer gorros, em várias cores e com alguns melhoramentos. Tenho este em curso, feito com umas lindíssimas lãs ecológicas, compradas na BioCoop directamente à pessoa que as produz, desde a criação das ovelhas à tintura das lãs com pigmentos extraídos de plantas locais. Hoje também tenho em curso uma persistente dor de cabeça, que espero que desapareça antes da vigília junto ao Convento dos Inglesinhos (às 22h).

Mais:

O próximo Knitting Meetup é já na Segunda-Feira!

Hallowig: uma deliciosa peruca de tricot cor de rosa.

You made a sale at CafePress.com! Não sei quem foi que comprou alguns dos meus cartões de Natal, mas muito obrigada!

a sina dos portuguesinhos

Não é porque o vejo da janela. É mais porque a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais diz que se trata de um monumento cuja protecção se encontra em estudo e ao mesmo tempo a Amorim Imobiliária já diz que tem Apartamentos T1 a T5 em pré-comercialização.

Não estou por aí além interessada na conservação do típico e no popular do Bairro Alto (sobretudo no que toca aos ex-libris que são as esquinas mal-cheirosas, os chefes de família alcoólicos, os velhos sem água canalizada, o lixo no chão e as casas a cair de podres, todos tão tradicionais, para não falar na heroína que agarrou pelo menos uma geração de nados e criados entre a Rua do Século e a da Misericórdia). Fico contente quando vejo as tias às compras na Rua do Norte, os casais novos sem medo da falta de elevadores e os adolescentes de outras paragens que cá vêm cortar o cabelo ou à procura de roupa e acessórios diferentes. É claro que o Bairro só sobrevive mudando, integrando gente diferente e maneiras diferentes de viver. Mas não é assim.

Por isso é que não hesitei em assinar a petição contra esta transformação do Convento dos Inglesinhos num condomínio fechado feita assim à sorrelfa.

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mais prendas

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Depois de um post sobre animações checas, a D. (que não me conhece senão daqui e de alguns emails) ofereceu-se para me enviar um dvd de animações da toupeirinha. O que não pensei foi que fosse oferecer à E. também este coelho feito por ela, que foi imediatamente abraçado, adoptado e passeado por toda a casa. Muito, muito obrigada! Temos estado a tentar dosear as sessões de pi (como ela chama à toupeirinha), mas não tem sido fácil: mal vê o computador pede pi pi quia pi quia pi!

Entretanto, quanto aos projectos de Natal: continuo à procura de uma boa solução para os fazer mais perto mas, como posso não conseguir, já tenho disponíveis cartões e postais à espera de opiniões.

Tricot:

Knitblog: dicas para quem mistura tricot com internet.

Yarn Vice Site: manancial de bonecos e brinquedos de tricot descoberto pela Morgy (obrigada!).

Studio Knits: roupa de tricot para uma mini-fada.

Tricot pour poupées: é a descoberta do mês.

e.’s new hat

A few weeks ago I’ve knitted a simplified Official Kitty62 Hat (without the earflaps and ears – I didn’t like how they were looking so I left it without them). It was so easy and fast (working with double pointed needles is a lot easier than I thought) that I decided to make some adaptations to the pattern and give it another go. This is what I came up with and here is my version of the pattern:

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gorro da ervilha cor de rosa

gorro da ervilha cor de rosa

Depois de experimentar tricotar um gorro muito simples a partir de um modelo resolvi fazer este, baseado no mesmo mas mais ao meu gosto. As orelhas ficaram enroladas por acidente mas até lhe dão um ar divertido. Serve a crianças e a adultos pouco cabeçudos. Fica a receita, para quem mais quiser experimentar:

Materiais:

1 novelo de lã Noro Kureyon #126 (usei a que me sobrou de fazer esta camisola) ou qualquer outra lã para trabalhar com agulhas tamanho 5.

Agulhas circulares de 40 cm tamanho 5 (5mm).

Conjunto de cinco agulhas tamanho 5 (5mm).

Agulha de crochet.

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19 meses

A E. continua a vir para a nossa cama de madrugada quase todos os dias. Nem sei bem a que horas porque o faço a quase completamente dormir. Ouço-a decidida e já levantada na cama – mamã? mamã? – e pronto. Feito o mal uma vez é precisa imensa força de vontade para contrariar o hábito. Pelas oito e pouco acorda decidida: upa! mamã upa!. Sendo infinitamente mais agradável que um despertador não deixa de custar, sobretudo tendo em conta que raramente me consigo deitar antes da uma e meia, duas (estas horinhas de sossego em que até conseguimos tirar os livros, lápis, bolas, carrinhos e bonecos do chão, tomar um café e fazer qualquer coisa são demasiado preciosas para ir para a cama mais cedo…).

Continua a dizer poucas palavras e a usar muitos gestos e sons, por vezes mais complicados que as palavras propriamente ditas. Para dizer escorrega, por exemplo, senta-se no chão e arrasta-se para a frente e para trás. Aprendeu a pronunciar ão e pratica com afinco sobretudo os essenciais mão e pão.

Come a sopa sozinha com a colher mas prefere a mão para tudo o que seja fácil de levar à boca e distrai-se muito mais facilmente durante as refeições. Sempre que vê imagens do mar ou de areia pede para ir à praia. Creio que o paraíso da E. seria uma praia com baloiços, a sua amiga Aiã e um stock inesgotável de iogurtes e maçãs….

Links:

Little & The Girl: feitos à mão e muito simpáticos (obrigada Miriam).

Knittle: toscos, simples e lindos, coletes de tricot para inspirar as principiantes.