tchque tchque tchque

A Diana Dias, que tirou o curso de design de moda e (ainda) não sabe fazer tricot, anda à procura de quem lhe faça uns cachecóis por encomenda. As tricotadeiras interessadas podem contactá-la para di_pizzy arroba hotmail ponto com e dizer que vão da minha parte.

Super-links partilhados:

Objectif Mitaines: Lindas luvas sem dedos e fáceis de fazer. O modelo está disponível em formato pdf. Vou experimentar mal tenha tempo. O site foi descoberto pela Ana Castro, que também veio à feira.

Felt Slippers: Para todos os que pediram sapatinhos em tamanho de adulto, um modelo da Martha Stewart partilhado pela Cláudia Albuquerque.

Obrigada às duas!

…e ainda:

Christmas Hunt: mais um projecto sh1ft.org.

compras e prendas

compras

Durante a feira só fiz duas compras (o tempo para fazer fosse o que fosse para além de estar lá em cima no meu cantinho não foi quase nenhum…): uma magnífica pulseira da Hilda para mim (da próxima vez espero que ela leve um carregamento delas – foram um sucesso) e um coelho-fantoche para a E., escolhido com dificuldade porque o que apetecia era comprar a colecção toda (vendem-se aqui). Hoje, aproveitando a manhã em que a E. tira folga de me aturar e vai passear com a A., também fiz compras, daquelas pequeninas que com ela demoram sempre o quádruplo do tempo e a deixam cansada. Cheguei a casa com a mochila cheia (de cartolinas, cremes, carimbos, chá e bodies de algodão) e nenhum saco de plástico. É engraçado comparar a reacção dos lojistas quando lhes digo que não preciso de saco: uns agradecem, outros percebem e outros admiram-se tanto que sinto necessidade de me justificar: é menos uma coisa para levar para o ecoponto… É um desperdício de energia e matérias-primas, é o que é.

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#101

101

Foi acabado na véspera do início da feira, de maneira que nem tive tempo de o fotografar como habitualmente. Resistiu até Domingo, apesar de ter sido namorado por várias pessoas. Adorei tê-lo vendido às escondidas, a um marido que me pediu entredentes que o guardasse depois depois de ver, tão derretido como eu, a reacção que a sua mulher teve ao pegar-lhe (uma espécie de amor à primeira vista que a fez sorrir de orelha a orelha).

Uma das muitas pessoas simpáticas que veio ver-me durante a feira foi a Ana Ventura, que tem finalmente o seu site a funcionar e que foi quem me fez chegar a notícia do Felt Square Project. Para além dos marcadores de livros, que eu já conhecia antes de a conhecer a ela, a Ana agora também faz uns caça-ventos deliciosos.

baby feira mix, dias 2 e 3

tricot

Finalmente em casa, numa manhã quase como as manhãs do costume (tirando o caos amontoado em cima da minha mesa de trabalho). Estes três dias foram esgotantes (três vezes doze horas seguidas de trabalho) mas extraordinários. Foi muito bom falar cara a cara com as pessoas que já conheciam o meu trabalho e explicá-lo pessoalmente às que nunca tinham ouvido falar. E bom foi também ver os meus gorros na cabeça de algumas crianças satisfeitas, os bonecos a serem abraçados e beijocados e constatar que os sapatinhos ficam mesmo bem nos pés rechonchudos dos mais pequeninos.

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baby feira mix, dia 1

a minha lojinha

Vivam as pessoas.

O dia um da feira foi fora de série. As primeiras horas depois de as portas abrirem foram de sossego – serviram para nos instalarmos, para espreitar e comentar o trabalho de cada um, para fazer tricot. As pessoas chegaram aos poucos, poucas de cada vez. E que pessoas! A Vanda e a amiga que faz coisas lindas, os futuros avós babados que vieram ver-me porque a filha Joana que está no Luxemburgo lhes pediu, a Dora com nome e sapatos (e o resto) de fada, a Lúcia que me veio trazer o jantar, a querida Papoila e os outros todos, cada um com tempo para ficar um bocadinho à conversa. E as pessoas que também lá estão como eu: a Hilda e o Miguel, a Catarina que faz hoje anos, a Raquel que é ainda mais simpática e super-mãe ao vivo do que do que os emails já deixavam adivinhar…

E ainda consegui chegar a casa a tempo de adormecer a E. e de ler um email especial de alguém que se estivesse em Portugal estaria certamente connosco lá na Estefânia, a Lizette Greco.

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