puro

Enquanto a E. descobre o poder do não e das birras confronto-me, às vezes desanimada, com esta coisa de ser crescido que nos faz domar as vontades e fechar a tampa dos compartimentos em que as guardamos. Como esta vontade que tenho de ir ali à cozinha fumar um cigarro.

Mariana Newlands: sempre ela, minha mãe-de-blog, que parece que tira fotografias dos sonhos mais bonitos que tenho.

Eleanor Rigby: comprar já ou esperar pelo paperback?

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  1. Adoro essas casas antigas de café, faz-me voltar á minha infancia, quando vinha a Lisboa passar férias com os meus avós paternos.Ia com a minha avó comprar umas bolachinhas de chocolate óptimas e o café….só aquele cheirinho a café moido encantava-me…pena que já haja poucas lojinhas dessas.

    Devias largar o vicio do cigarrinho, não faz bem a ti nem á E.;)

    Hoje, aqui em Benfica encontrei uma lojinha que vende lãs.Lindas!!Super coloridas.:)

    Jokas

  2. Olá, Rosa.

    É raro o dia que não venho aqui, mas nunca comento.

    Ontem à noite, no canal 2 deu um programa óptimo sobre o desenvolvimento do cérebro, incidindo especialmente nas fases da infância e adolescência. Nele descobri que as birras da minha filha se devem ao crescimento dos lobos frontais (há quem chame lóbulos) do cérebro – ou seja o aumento das suas ramificações – o que lhes provoca um tumulto e uma desorientação extrema.

    Agora percebo quando a minha filha diz “eu não queria fazer birra, mas não consegui parar”.

    Foi mencionado tb o controlo e formas de induzir estados de espírito. Programa engraçado.

    Resolvi partilhar contigo, pois as birras deixam-me de rastos. Um beijo

  3. minha nossa, ser “mãe-de-blog” do @ny (adorava!) e destas ervilhas cada vez mais lindas é o melhor elogio que há e motivo de orgulho dos grandes. beijos felizes :*

    ps. tambem nao sabia sobre a fuschia! que por acaso é a cor do meu 2005 de abertura la no interludio.