dia sim

bichos

Reunião promissora num café do Chiado logo pela manhã. A E. entreteve-se durante todo o tempo que foi preciso a arrumar as revistas disponíveis para consulta e a empilhar nelas os bichos que me lembrei de levar (acompanhados pelo livro favorito do momento) e depois a arrastar as minhas chaves como se estivesse a passear o Dodo pela trela. Quando a manhã e a paciência dela já estavam a chegar ao fim usei a distracção da reserva: agora vê lá o que é que a mamã tem na mala, que funciona sempre durante uns minutos e que consegui interromper antes de o conteúdo da minha carteira estar todo espalhado pelo chão. A propósito de cafés, gostava de conhecer algum onde fosse possível mudar uma fralda sem ser em cima de uma mesa…

Mama Unraveled: tal como a Lizette Greco, uma mamã que cose os desenhos dos filhotes.

gaba puba

gaba puba

Julgo que a E. só percebeu que a festa era dela quando cantámos os parabéns. Já há muito tempo que não tínhamos tanta gente em casa e acho que correu muito bem, sem grandes disputas entre os toddlers pelos brinquedos e com duas recém-nascidas que dormiram como anjos apesar da confusão. No meio de todas as prendas fantásticas, que incluíram um candeeiro Dodo da Hilda, uma saia-maravilha da Dina, um vestido feito pela Patrícia, um guarda-chuva, uma lanterna e muitas outras coisas, o atraso do meu boneco-touperinha passou perfeitamente despercebido, felizmente. E a E. ainda teve direito a uma fotografia especial tirada pela Johanna.

Outro boneco feliz – obrigada, Vírgula.

muito, pouco, nada

malmequer

Talvez esta grávida de braços aberto para o mundo, desenhada pelo João Fazenda, seja a minha memória preferida do filme realizado pela Catarina Mourão, em que entrámos há três anos. Olhando para o resultado final (que não revi ontem) vejo-nos num momento tão atípico das nossas vidas, tão fora da realidade… Perante ele hesitamos entre o não me interessa nada o que as pessoas vão achar e o mas eu não sou nada aquela pessoa. Tantas e tantas horas de rodagem e depois é inevitavelmente assim, o que se vê é um retalhinho de nós que esconde todas as outras coisas. O que dirá a E., um dia?

Boneca mamã ao colo de uma pintaínha.

já nasci!

ja nasci

Não é em qualquer loja que as clientes podem fazer da montra sítio para brincar, passear e pentear as bonecas e rebolar-se no chão enquanto as mães folheiam num dos sofás o último número da Martha Stewart Living. A Raquel tem uma loja assim: chama-se Já Nasci! e para além disto tem ainda coisas escolhidas a dedo para bebés até aos 12 meses (brinquedos, roupa, sistemas convincentes de fraldas de pano, detergentes daqueles que não assusta usar na roupa dos recém-nascidos, etc.). E tem a Raquel propriamente dita, o que é uma sorte para quem lá entra.

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#131

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Se vivesse no Japão montava já um negócio que permitisse a pessoas que, como eu, se babam quando veem coisas como estas () encomendá-las a partir de outros países. Aposto que ficava rica num instante.

ko

bret

Por muito ranhosa e dorida e sem vontade nenhuma de sair da cama que eu esteja, a minha patroa começa invariavelmente o dia com a ordem: mamãaaa, quia lhaque!*.

Comecei finalmente a camisola às riscas para o F., prometida há anos. Tirei o modelo do livro Denim People e já encontrei outra pessoa a pô-lo em prática.

*lhaque = cerelac.

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