muito, pouco, nada

malmequer

Talvez esta grávida de braços aberto para o mundo, desenhada pelo João Fazenda, seja a minha memória preferida do filme realizado pela Catarina Mourão, em que entrámos há três anos. Olhando para o resultado final (que não revi ontem) vejo-nos num momento tão atípico das nossas vidas, tão fora da realidade… Perante ele hesitamos entre o não me interessa nada o que as pessoas vão achar e o mas eu não sou nada aquela pessoa. Tantas e tantas horas de rodagem e depois é inevitavelmente assim, o que se vê é um retalhinho de nós que esconde todas as outras coisas. O que dirá a E., um dia?

Boneca mamã ao colo de uma pintaínha.

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