post 901

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Descontrair, ser capaz de esvaziar a cabeça e não fazer nada como antes de ser mãe. Voltar a não conhecer o significado da palavra nervos. Não ir sempre a correr de um lado para o outro e ter tempo de ver as árvores ou as montras. Dream on…

#123 e os seus novos amigos, fotografados pelo Pastel de Nata. Obrigada, André!

lá-lás

lá-lás

As recentes angústias da E. relativamente aos bonecos prometem aumentar nos tempos mais próximos. Hoje insistiu em andar pela casa com o que tenho em mãos. O facto de só estar meio feito deu origem a uma nova brincadeira, claro: pôr e tirar milhentas vezes no sítio (mais ou menos) certo os futuros olhos, o cinto e cobri-lo com todos os retalhinhos que encontrou à mão.

O #122 acordou nas mãos da I. e agora chama-se Nané. E que feliz que ele está.

100drine: quando as boas ideias ganham asas parece estar tudo certo. Já vi em Lisboa algumas coisas desta menina e são mesmo bonitas.

#126

126

Continua a não haver dia em que a E. não peça para ver os desenhos animados da tupeia e, com os anos quase à porta, tenho de me despachar com o projecto de fazer uma que ela possa levar para todo o lado. Encontrei várias que me vão servir de ponto de partida (como esta mais “oficial” e esta mais bonita mas que ela não reconheceu). Agora só falta deitar mãos à obra.

Sleepy Cow: bonecos fantásticos e outras coisas feitas por Kate Sutton (via Rhya).

show and tell

kawaii

Depois da primeira e da segunda troca que fizemos, o Kenichi teve saudades do café que lhe enviei. Disse-lhe que andava apaixonada pelos tecidos japoneses mas que não sabia onde os comprar e ele conseguiu encontrar o site perfeito (que se aceitasse encomendas internacionais já me teria arruinado). O café chegou ao Japão (onde eu também hei-de chegar um dia) e a Lisboa chegaram estes tecidos maravilhosos, acompanhados de um par de pauzinhos tradicionais “Wajima-Nari” e um livrinho para a E.

Doumo arigatou gozaimashita!

Thank you Kenichi!

Entretanto, a E. passou a não gostar nada da ideia de ter de se separar dos bonecos que faço. Às vezes é um bocado complicado (sobretudo quando estou a coser um olho a um e ela insiste em lhe dar de comer), mas se este momento não chegasse era eu quem ficava triste.

#125

125

Não tive a noção de que este post ia ser entendido por várias pessoas como um pedido oficial de ajuda. Recebi uma série de emails simpáticos com propostas de colaboração e auxílio, todos vindos de pessoas cheias de energia e vontade de fazer coisas (obrigada!) mas a verdade é que o/a ajudante que vou eventualmente procurar não terá nada de criativo para fazer. O que preciso é de encontrar alguém que seja um ás na máquina de costura (eu se fosse ia já fazer um quilt assim), muito perfeccionista em todos os pormenores e igualmente paciente (para me conseguir aturar, claro).

Cabritinhos de pano de um livro à venda na Kitty’s Oriental Craft Shop.

chuva

daniel tricot

Ilustração do Daniel Lima no Público de hoje (dia mesmo bom para fazer tricot). Talvez o Daniel (que ainda não tem um site que lhe faça justiça) se tenha lembrado de nós ao fazê-la.

The Perception Laboratory’s Face Transformer: encontrei aqui e não resisti a experimentar também.

Acrescentados à minha wishlist: All About Scabs (para a E.) e Blog : Understanding the Information Reformation That’s Changing Your World (para mim).

emplastro leoa

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O dia começou comigo a dar um valente mau jeito às costas ao levantar a E. do penico. Resta-me passar as próximas horas a tentar não calcar brinquedos e livros que não consigo arrumar ou apanhar do chão.

Para animar, chegou-me de surpresa uma prenda da Ana Ventura: uma colecção inteirinha de lindos papa letras, dos quais o meu preferido é sem dúvida o adormeci aqui (obrigada, Ana!).