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Descontrair, ser capaz de esvaziar a cabeça e não fazer nada como antes de ser mãe. Voltar a não conhecer o significado da palavra nervos. Não ir sempre a correr de um lado para o outro e ter tempo de ver as árvores ou as montras. Dream on…

#123 e os seus novos amigos, fotografados pelo Pastel de Nata. Obrigada, André!

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  1. Às vezes também sinto isso… Ler nas tardes de domingo, ver um filme do princípio ao fim refastelada no sofá (sem “mamã”, “chichi”, “água”,…), não ter horas para sair ou para voltar ou para comer, descansar ao fim-de-semana. Onde é que fomos parar?

    Mas os dias agora estão tão preenchidos de outras coisas igualmente boas que quase me esqueço que existiu uma outra vida antes da M.

    Como disseste um dia, é um cansaço que nunca nunca acaba.

    Resta-me empilhar os livros na prateleira e pedir-lhes para esperar uns anitos (?). As literaturas agora são outras.

    Beijinhos

  2. Ainda não tinha pensado no assunto,se calhar por isso mesmo, não há tempo!

    Mas, tens razão, desde que sou mãe que nunca mais consegui descontrair… De qualquer maneira é tão bom e especial, que às vezes até o cansaço e as correrias nos deixam felizes :)

  3. e o cúmulo é quando estás grávida de outro e nem tens tempo para observares ao espelho como cresce a nova barriga, let alone barrá-la com o eterno Creme Barral…

  4. ao terceiro filho volta-se a ter tempo para ler,passear (com os filhos claro!), a ansiedade do 1º filho desaparece. Ao quarto filho… a fotos no seu álbum acabam com a saída da maternidade – vai fazer 3 anos!!!! Pois é, outras prioridades.