RO 8/25 + 9/25

25 de abril sempre

A minha máquina fotográfica já não é nada de especial. Comprei-a pouco depois de engravidar e habituei-me a ela (ao peso, ao tamanho, às cores e à velocidade dela). Na maior parte das vezes tiro muitas fotografias da mesma coisa para ter uma que se aproveite. Quando apanho um sorriso/instante destes fico tão contente.

Mais coisas feitas com sacos de plástico: Galinhas (via Kraf-o-La) e camas (via Café e Cigarras).

Strech Daily, a mostrar que os weblogs não têm de ser todos iguais, e um post para ver e ler da Rion Nakaya.

Abril, o ano passado.

9 comments » Write a comment

  1. yo tengo exactamente la misma cámara!

    y también la compré cuando estaba embarazada de Jan!

    :)

  2. Olá, Ervilha,

    Tenho visto os teus trabalhos com alguma atenção, e confesso que [sou tão trapanhona, eu] sinto uma certa inveja.

    Poderás indicar-me um blog ou um site onde ensinem a tricotar, passo a passo? Com a Avó longe e a Mãe sem tempo compatível, como é que uma filha pode aprender sozinha?

    Obrigada, desde já, pela tua atenção.

    Um beijinho.

    Ah, e muitos parabéns pela doçura de blog.

  3. E persistência compensa, pois esta foto da E. está simplesmente ARREBATADORA.

    Este teu post pôs-me a pensar (como muitos outros).

    As galinhas de desperdício de plástico ou outros (assim como sacos, camas, mantas, carteiras Tetrapack, etc.) que advêm obviamente do alerta (mesmo que só implícito nalguns argumentos) da imperante necessidade de reciclar.

    Mas uma é uma acção “consciente”, pois este acto de transformar o que já não “presta”, já vêm de há não sei quanto tempo, basta pensar nos brinquedos como, carrinhos, machimbombos (autocarros) feitos de latas e restos que os meninos dos países que não têm de comer e onde há ou houve guerras durante muito tempo, também gostam de brincar e fazem os seus brinquedos dos restos que existem.

    Reciclam com êxito.

    Entre estes muitos outros exemplos, e não só de meninos (pneus velhos e sem uso, servem para fazer chinelos, onde se anda descalço, etc.).

    E depois o oposto que Rion Nakaya nos apresenta, em que a tecnologia quase faz esquecer/afastar o contacto humano directo e se o imprescindível telemóvel falhar ou mesmo fartar, vai para o lixo e compra-se outro de imediato.

    Não me estendo mais.

    Sandra Pereira

  4. oh I’m in love with rion.nu! I just discovered it a few days ago. where’d I find it? those photos from the food show was amazing!

  5. Nem sempre da melhor máquina se conseguem as melhores fotografias. As tuas têm um ângulo sempre diferente e uma sensibilidade muito carinhosa, principalmente nas que tiras à Elvira.

    Muitos Sorrisos!!!!