sugar for my honey

Uma jarda inteirinha do magnífico tecido da Hillary e dois livros do urso Corduroy oferecidos pela Maria. Espero conseguir fazer um saco com o tecido. Gosto muito de sacos de pano daqueles muito simples, em pano cru, com alças grandes que chegue para irem ao ombro e que quando estão vazios se dobram e não ocupam espaço nenhum. Ando sempre com um desses dentro da mochila. O Corduroy entrou para o top de ursos da E. e os dois livros têm estado sempre por perto desde que chegaram. O meu top de ursos será eternamente liderado pelo Joanica Puff, no original ou na tradução perfeita de Manuel Grangeio Crespo. E depois do Puff (adaptações da Disney não incluídas), vem o Petzi, claro.

PS (1): O açucareiro veio de uma minhas lojas preferidas, a Pollux. É português e feito naquele plástico pesado que já se vê pouco. De cada vez que lá vou têm menos e em menos cores. Só espero que não tenham deixado de os fabricar.

PS (2): Os livros do Petzi deviam ser reeditados. Suponho que os senhores da Verbo não tenham percebido que nós que os lemos e adorámos em pequenos estamos reproduzir-nos e adorávamos comprá-los outra vez. Já pensei em escrever uma carta à editora a dizer isso mesmo. Talvez até conseguisse reunir mais umas assinaturas…

19 comments » Write a comment

  1. they arrived. wahoo!

    there is nothing better than the Pooh bear … that is for certain. enjoy my friend.

    xox, mav

  2. «Jardas», sabe tão bem ler estas unidades de medição que só ouvi pela boca de minha avó materna e tias velhotinhas.

    A fotografia do post está muito, muito bem conseguida.

    Como gosto de ver aquele açucareiro(?)vermelhãosão ali poisado.

    Beijo

    Sandra

  3. Livros do Petzi fazem parte da minha infância…hum… acho que ainda tenho um ou outro…

    Julgo que são poucas a scrianças que ainda lêem histórias assim…

  4. Oh, que saudades do Petzi!

    E, porque as recordações vêm aos bochechos, que saudades do Yakari! (tinha até umas figurinhas de plástico do Yakari e seus amigos que iam comigo para o banho)

  5. ah! ainda se vende dessas peças de plástico por aí! tinha muitas na minha infância – jarras e pratos laranja e azul marinho. aliás, minha mãe ainda tem isso tudo até hoje, mas nunca mais vi para vender por aqui.

  6. Ai a Pollux… Há tanto tempo ! Durante a faculdade era programam semanal! Agora… Quando o Rei faz anos!

    O Petzi é daquelas lembranças de infância que apetece! Tinha muitos livros mas não sei onde param… A sua reedição é sem dúvida uma boa ideia, mas como eram, nada de capas duras ou papel brilhante! Aquele “baçum” é que era!

    a.m.

  7. assinaria para a verbo reeditar um montão de coisas de que me vou lembrando e que já só (e com muita sorte) aparecem em alfarrabistas. petzi incluído….

  8. o petzi! tenhos tantos desses livrinhos azuis (40?). Ainda os leio e são a mais forte das ligações de infancia que tenho com o meu pai, que tb os adorava, ao ponto de mos esconder para os ler primeiro. Repetiamos as falas… e comiamos crepes.

    E a “rita e o artur” … uma menina de vestido vermelho que tinha como melhor amigo um ouriço…?

  9. O Petzi, claro! Só não percebo por que é que a Verbo insiste tanto na Anita (que acaba por ter sucesso quase exclusivamente junto das raparigas) e não explora o filão que pode ser o Petzi para os pais nostálgicos da nossa geração. Assino essa petição.

  10. lembro-me de na minha infância ter visto um pote igualzinho a esse (cor e forma), onde minha mae guardava açucar. aqui no brasil. ela tinha um verde tb… : ) mas isso faz um bocado de anos…

  11. ao ver este post foi procurar os meus livros do petzi!!! e recordei omo gostava dele!! e da trataruga q subtilmente lá ia aparecendo ,mas sempre com um papel importante!!!