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  1. tem graça, também nunca tinha dado pela existência desse filme e por isso também fui ontem surpreendida. estava a gostar, mas adormeci pouco depois do Matthew ter ido morar para casa dos irmãos, de maneira que a minha opinião é um bocado curta. pareceu-me um filme cheio de lugares comuns bertoluccianos, entre os quais aquela coisa do incesto e os franceses muito artísticos e debochados, mas ao mesmo tempo, como digo, estava a gostar… se calhar é porque o bertolucci, mesmo quando faz um filme carregado de tiques, sabe contar uma história. gostei muito do 1900 (quando o vi, na adolescência), digam o que disserem os críticos…

  2. Um dos meus preferidos também. O livro não lhe fica atrás. Pena ontem não ter sido também surpreendida, mas a televisão esteve sempre na TV5.

  3. Estreou exactamente há 1 ano. Na altura, fiquei completamente “apanhada” pela história, pela época, pela cinefilia, pela relação dos irmãos (mas menos pelo yankee) e pela abertura de espírito dos pais (da qual nem a rapariga estava à espera). Com o passar do tempo redobrei o fascínio pelo filme e, no sábado, já nem me fez confusão a cena de sexo entre a Isabelle e o Matthew no chão da cozinha, com o Théo a estrelar ovos, nú da cintura para baixo, demonstrando a maior indiferença. O que me passou a incomodar foi o desespero dela ao ouvir o irmão com outra (no entanto, a imagem do desespero rompendo a serenidade pétrea da Vénus de Milo é genial!)