sábado à quarta

na revista sábado

Por causa do feriado de amanhã, a revista Sábado saíu já hoje. Eu não me livrei de ficar com ar de mostrenga mas pelo menos desta vez não tinha maquilhagem (regra número dois, a pôr em prática da próxima vez: não sorrir por encomenda). Fiquei contente com o texto, que resultou de uma longa e muito agradável conversa com a jornalista Joana Santos Moreira.

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carolina

carolina pomar

Numa das muitas prateleiras que arrumei à tarde estava o retrato desta minha tia-bisavó. Adoro ficar à procura dos genes egoístas nas fotografias.

T&O embroidered dolls: desenhadas no fim dos anos 50 e eu ainda não as conhecia.

Tamar Mogendorff: instantaneamente promovida a favorita na categoria de fazedora de bonecos que não são para brincar (via Wee Wonderfuls).

Japanese Teddy Bears Bookring: quase a seguir para o próximo da lista.

Feira dos Sonhos: é já no Sábado e na Segunda-Feira. Tomara que o estado do tempo na minha cabeça melhore até lá.

lixuria

Ontem à tarde fomos à ao Mundo Mix visitar as princesas do castelo e o Walter e o Pedro da Lixúria, seleccionados no concurso de novos talentos. Só foi pena não nos cruzarmos com a Ana. Não é muito o meu género de feira, por causa da música omnipresente e demasiado alta, mas foi um bom passeio. Fiquei a conhecer as saias fantásticas feitas por uma rapariga portuguesa cujo cartão de visita acabo de me lembrar que está a centrifugar na máquina dentro do bolso de umas calças (só espero conseguir lembrar-me do nome dela) e trouxe comigo uma ilustração da Ana e um bijou da Hilda.

Coisas em órbita e, aqui (na entrada de 18 de Maio), uma receita que fiquei tentada a experimentar.

…e o vestido da E. veio daqui.

lá em baixo

Escrevi isto há quase dois anos, convencida de que estava a falar de uma questão praticamente resolvida. Passei a manhã de hoje ao telefone a tentar mais uma vez resolver o problema que naturalmente se agrava de dia para dia e já atingiu proporções para nós insuportáveis. A solícita assistente social da SCML ficou logo na altura de mãos atadas: por um lado a delegada de saúde determinou não haver razões suficientes para ser necessária qualquer acção da sua parte (outra coisa não seria de esperar, visto qualquer esforço lhe dar mais trabalho do que esforço nenum) e por outro a filha da dona F. (de quem seria necessário obter uma autorização verbal), jamais vista dentro do prédio, afirmou dar à mãe todo o apoio necessário.

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