obras em casa, dia onze

cores

Com a inestimável ajuda do Miguel e a maratona do F. as obras estão a avançar depressa. Ontem, quando fui a casa buscar materiais para trabalhar, não me deixaram entrar na sala para não a ver por terminar, mas tiraram esta fotografia.

Amanhã à tarde não devo estar em Lisboa, mas se estivesse não ia perder de certeza uma venda muito especial organizada pela Clara Rolim (que é professora de Yoga) que vai ter lugar na zona do Príncipe Real: roupas feitas com tecidos antigos vindos da Índia e mais coisas lindas que não se encontram nas lojas. Vai ser na Rua Nova de São Mamede, 56 – 4.º Esq., entre as 18 e as 22h. Todos são bem-vindos, desde que tirem os sapatos antes de entrar.

e + sugimoto

Apesar de estarmos todos desertos por regressar à tua casa (segundo a E., que ainda não aprendeu a dizer minha), há coisas boas em passar uns dias na casa dos meus pais, que entretanto foram de férias. A melhor é o quintal, claro, cuja existência transforma completamente o estar em casa. Estar em casa mesmo ao lado dos melros não tem nada a ver. Os outros luxos principais são o cabo (que para quem só liga a televisão depois das dez da noite e gosta de coser enquanto vê um bom filme faz toda a diferença) e a biblioteca do meu pai. Graças ao primeiro vi ontem (e deixei-me enganar até ao último segundo do genérico, sentindo-me depois cada vez mais ingénua à medida que recapitulava os inúmeros pormenores mirabolantes) o documentário Forgotten Silver, de Peter Jackson. Entre os livros descobri finalmente o nome que tinha debaixo da língua desde este post da arc: Hiroshi Sugimoto.

Alheios lindos: Muriel Fay e os maravilhosos ping’S ().

prendas

Em quase dez anos de internet, não tenho dúvidas de que ela me trouxe muito (mas muito) mais de bom do que de mau. Hoje de manhã, junto à parede que mesmo por acabar já enche a sala de luz cor de rosa, parecia Natal.

Etsy

Enquanto via no Flickr uma série de bonecos feitos em crochet e tricot (gostei sobretudo do Arnie da Marilyn Patrizio e do June bug da Jess Hutch), descobri uma novidade no universo crafty que de certeza que vai dar que falar. Chama-se Etsy e é um site aparentemente muito simples de perceber onde qualquer pessoa pode vender ou comprar objectos feitos à mão. Como acaba de ser lançado, até ao fim de Julho não serão cobradas quaisquer comissões a quem queira usá-lo para vender as suas criações. Cada vendedor tem uma loja com direito a profile e imagens, os produtos podem ser procurados por autor, categoria (por exemplo toys), palavras-chave e materiais, e o funcionamento está explicado aqui. É de experimentar!

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