Numa das vidas que não tenho dedico-me a estudar o funcionamento do cérebro, e a perceber aquela espécie de comichão dentro da cabeça que vem com as ideias impossíveis de arrumar com as ferramentas e categorias que usamos para perceber o dia-a-dia. A mim basta-me pensar na infinitude do Espaço para começar a emitir mentalmente mensagens de erro.

E como obrigar a mão a escrever na agenda funeral ao lado do nome que a cabeça só me deixa associar a coisas boas?

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