e + sugimoto

Apesar de estarmos todos desertos por regressar à tua casa (segundo a E., que ainda não aprendeu a dizer minha), há coisas boas em passar uns dias na casa dos meus pais, que entretanto foram de férias. A melhor é o quintal, claro, cuja existência transforma completamente o estar em casa. Estar em casa mesmo ao lado dos melros não tem nada a ver. Os outros luxos principais são o cabo (que para quem só liga a televisão depois das dez da noite e gosta de coser enquanto vê um bom filme faz toda a diferença) e a biblioteca do meu pai. Graças ao primeiro vi ontem (e deixei-me enganar até ao último segundo do genérico, sentindo-me depois cada vez mais ingénua à medida que recapitulava os inúmeros pormenores mirabolantes) o documentário Forgotten Silver, de Peter Jackson. Entre os livros descobri finalmente o nome que tinha debaixo da língua desde este post da arc: Hiroshi Sugimoto.

Alheios lindos: Muriel Fay e os maravilhosos ping’S ().

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