chita moderna

chita moderna

Quanto mais tento aprender sobre a história das chitas mais curiosa fico. Afinal nem se sabe bem porque razão são de Alcobaça, porque não há prova nenhuma de lá terem nascido ou de lá se fazerem mais do que no resto do país. Também ainda não percebi se continuaram sempre a ser produzidas ou se a dado ponto deixaram mesmo de se fazer e os motivos foram recuperados recentemente. De qualquer maneira ainda bem que há quem continue a desenhar chitas: há poucos dias encontrei esta, com as folhagens tradicionais redesenhadas e recoloridas. O saco pousou para a fotografia na minha loja preferida do Bairro Alto (Aleksandar Protich, Rua da Rosa, 112).

20 comments » Write a comment

  1. Que fantástica descoberta Rosa!

    Bela chita, nas tuas mãos haveria de transformar-se e parecer ainda mais bonita.bjs

  2. A loja do Aleksander tambem é uma das minhas favoritas, o trabalho dele é sempre muito interessante, e a ideia de fazer uma loja a partir de um talho antigo foi simplesmente genial pela parte dele.

    O padrão desta chita é muito alegre e agradam-me os tons bebé em contraste com o rosa mais acerrado.

  3. se fizeres mais com este tecido também quero um… e dá pra enviares para amsterdão?

    é que me mudei pr’aqui por uns tempos…

  4. Olá Rosa,

    Segundo sei existe uma pessoa em Alcobaça que se interessou pela história das chitas e sei que já publicou um livro. Mas será daquelas edições restritas que se pode adquirir em serviços locais de turismo. Penso que existia mesmo uma fábrica de chitas em Alcobaça, neste momento já fechada. Se descobrir mais alguma coisa ponho-te a par.

    Beijinhos Sofia

  5. Olá Rosa!

    Estes sacos vão estar à venda também na Feira Laica? E ainda vai fazer mais com este padrão?

    Obrigada.

  6. Gostava de conhecer essa loja.

    Tenho que fazer um périplo por todas as lojas lisboetas que tens nos apresentado no teu Ervilhas.

    Eu também tenho andado com “o bichinho atrás da orelha” por causa da falta de informação das chitas portuguesas e refiradamente as de Alcobaça.

    O saco é lindo.

    Sandra

  7. Olá Gosto muito do saco. Ainda está disponivel para venda? Estou a pensar ir à feira Laica, mas como vou domingo e as tuas coisas são muito giras, se calhar já não existe nada!!!! Gosto deste teu conceito de saco de pano. Faz-me lembrar outros sacos, os utilizados para comprar pão!

  8. Não te explicas-te mal, eu é li tudo a correr e percebi mal.

    bjs e aguardo um gatinho neste tecido!

  9. Não te explicas-te mal, eu é li tudo a correr e percebi mal.

    bjs e aguardo um gatinho neste tecido!

  10. Olá Rosa,

    acho isto injusto.

    Descubro o site.

    Apaixono-me pelo saco.

    Descubro um esgotado.

    Para quando mais deste?

    Sónia

  11. Olá Rosa!

    Será que me podes ajudar?

    A minha prima vai ter um concurso na escola, com coisas feitas em chita…

    Só não sei onde comprar!

    Podes ajudar-me?!

    Um beijinho para ti e para a E.

  12. Olá Rosa

    Ainda há sacolas deste tecido?

    Gostaria muito de ter um deles…

    Beijinhos

    Patrícia

  13. Olá Ervilha cor de Rosa, primeiro quero dar-te os parabéns pelo teu trabalho.

    Sobre a Chita, eu creio que se chama de Alcobaça por ser fabricada na Fábrica de fiação e tecidos, que fica á saída de Alcobaça de quem vai para a Nazaré e que actualmente se encontra encerrada, é uma pena.

    Quanto aos padrões não sei se tem a ver com a acçao dos monges de cister no Mosteiro de Alcobaça.

    Os motivos campestres, os passarinhos e as flores , eu penso que sim, mas nada de concreto, hei-de procurar saber mais sobre o tema.

    beijinho da avó Guida

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