armazém dos linhos

armazém dos linhos

Nenhum roteiro crafty da cidade do Porto (ora aqui está uma ideia que podia ser concretizada em conjunto através, por exemplo, de um grupo no Flickr) pode ficar completo sem incluir o lindíssimo Armazém dos Linhos. É esta a loja que produz e distribui a maior parte das chitas actuais que uso para os meus sacos e bonecos. Fica ao fundo da Rua de Passos Manuel e merece uma visita nem que seja só para olhar. A não perder, no fim do corredor, o monte de restos e bocados de tecido com falhas na impressão que às vezes produzem efeitos curiosos.

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self portrait tuesday

mãos

Ainda não sei o dia ao certo, mas o ano lectivo da E. está quase quase a começar. Tenho de marcar uma muda de roupa, um par de lençóis, um cobertor… Ultrapassada que está a maior parte das angústias prévias, agora tenho sobretudo curiosidade para ver como vamos reagir ao grande dia.

#320

320

Fotografia como ilustração: a Stephanie escreveu um excepcional post que é um verdadeiro manual de instruções para tirar fotografias mais bem sucedidas e interessantes. Subscrevo-o inteiramente e só tenho a acrescentar que em geral (pelo menos para mim) a luz mais favorável para fotografar é a do início da manhã ou do fim da tarde.

Galões bordados. Obrigada Débora, obrigada Eunice.

Serrote: para os viciados em cadernos bonitos como eu, já chegou o terceiro das edições serrote. Os que comprei andam a viajar pelo mundo.

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estojo sabão

estojo sabão

Há onze anos fiz um estojo de enrolar para os pincéis e canetas de um amigo que andava em Belas Artes. Usei um tecido de linho antigo que a minha mãe tinha em casa e cosi-o todo à mão. Só tinha um elástico ao meio, em vez de bolsos, mas gostei tanto do resultado que fiquei sempre com vontade de fazer outros no género. Agora, entre os tecidos que já tinha deixado preparados antes de ir de férias e os que comprei entretanto, vai ser um fartote.

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ruas do porto

sá da bandeira

Mal chego a Lisboa sinto logo falta do Porto. Nestes últimos dias aprendi uma série de coisas sobre a minha família que quero anotar para não se perderem e para as poder contar à E. sem me esquecer de metade entretanto. O comentário da Alexandra levou-me a aprender finalmente os nomes de mais alguns trisavós (nunca iria supor que tinha tido uma trisavó chamada Ana Eufrosina). Também explorei uma série de lojas novas/velhas (obrigada pela dica, Alice!) e a minha curiosidade por máquinas de costura antigas aumentou imenso (agora já sei que no site da Singer é possível datar a maior parte das máquinas pelo número de série).

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