Monthly Archives: November 2005

#420 #425

420 e 425

♥♥ dourados

saco de chita

Há bastante tempo que não tinha prontos novos sacos mas, para responder a quem tem perguntado, ei-los de volta. Estes (são três e estão na loja e na loja) são feitos numa das minhas novas chitas preferidas, com um padrão que já tinha usado mas numa combinação de cores diferente e que agora me parece perfeita.

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franco-gravador

carimbos

De certeza que não sou a única tolinha por carimbos, mas na Franco-Gravador já não passa muita gente à procura deles. Tanto assim que muitas das lindíssimas gravuras originais em buxo (com desenhos dos anos 20 ou por aí, que vistos uns ao lado dos outros contam sozinhos a história de toda uma época) foram parar ao lixo. Das que sobraram, a loja ainda faz carimbos em borracha, e cada um mais lindo do que o outro.

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#424 #419

425 and 419

SouleMama: lindos lindos ornamentos de Natal.

*L: quilting inspiration.

spt

self portrait tuesday

O saco de enchimento para os bonecos que me vieram entregar hoje é tão grande que posso deitar-me nele.

(+SPT)

almofada

A autora das almofadas chamava-se Fátima Vaz (1946-1992). Sobre ela encontrei apenas uma referência (muito fraquinha) através do Google, mas consultei directamente os folhetos de algumas das muitas exposições de pintura que fez, entre 1969 e 1990, e por eles fiquei a saber que juntamente com Helena Lapas, se dedicou com sucesso ao “patchwork” (Rui Mário Gonçalves) e que aos informais objectos de pano que fazia [que em muito me lembraram os da Anne Harmsen], Fátima Vaz chamou “macacos do nariz” (Idem).

É bom de ver que não era uma artesã, por muito patchwork que fizesse. A questão do que é ou deixa de ser artesanato continua a interessar-me. Further reading: PPART, Crafts Council e l’Artisanat.

tinta

pinta

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#421 #422

421

422

bagagem de imagens

almofada de patchwork

patchwork pillows

Numa lista imaginária de objectos e imagens que provavelmente mais me marcaram, bem perto do topo hão-de estar um conjunto de almofadas e uma manta de patchwork feitas por volta de 1975. Estavam na sala da primeira casa em que morei (estas duas e mais uma série delas) e foram encosto, carros, barcos, camas e paredes e tecto de muitas casinhas. Tinha-lhes perdido mais ou menos o rasto mas há uns meses lembrei-me de as ir procurar. Perderam quase toda a cor e ganharam buracos mas continuam lindas. E acrescentaram mais algumas tarefas a outra (e muito maior) lista, a de coisas por fazer: descobrir o nome da autora (e a autora propriamente dita), tirar-lhes o recheio de esponja fora de prazo e tomar conta delas…

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#418

418