two for tea

ana e rosa

Já não é como há uns anos, tão poucos, em que ter chegado a alguém através da internet provocava pelo menos um bocadinho de estranheza. A Ana conheci-a neste dia, por causa da internet e do tricot, e por causa de um crachá que ela quis em verde. Agora trocamos inconfidências, casacos assimétricos demasiado curtos, brilhozinhonosolhos e lanches sempre que podemos. Como é que se escreve Réveillon?

Escroque: gosto cada vez mais do que desenha e escreve o José Feitor.

21, 22, 23

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Com a E. doente (febre, tosse, febre, febre, tosse, febre), este vai ser o primeiro de 30 Natais meus e 3 dela passado longe do Porto. Para mim assim nem é bem Natal, porque nunca o vi longe daquela gente, daquela casa e daquela mesa.

Ficando por ca, espero poder ir receber ao lado da Hilda e da Ana os visitantes de última hora e fechar com elas a porta da nossa loja.

On a brighter note, ofereci-me um longamente desejado telefone que tira fotografias e leva música de um lado para o outro. Juntamente com uma embalagem de termómetros autocolantes (que, num momento ao melhor/pior estilo tuning, se colam na pele e mostram os graus a subir e a descer – fico à espera do upgrade para a versão com alarme) é o momento mais high tech do ano que agora encerra. Na embalagem vinha um lindo par de headphones. Ana, já reparaste que as mães não usam headphones?

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