da perda e da memória,

luís krus

neste e nos anos por vir, de alguém a quem nunca se chegou a dizer que era uma luz presente todos os dias.

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  1. É o pecado maior que todos os dias fazemos questão de cometer. É uma pena.

    O que nunca diremos?

    O que nunca nos dirão?

  2. Apesar das evidências, continuo a acreditar em luzes que não se apagam. Pelo menos, enquanto a memória dos vivos conservar uma centelha do seu fulgor.