civilização

caroline dale snedeker

Se há livros que pesaram, mais ou menos conscientemente, na escolha da licenciatura que fiz foram estes. Como o tricot foram-me apresentados pela Irene, a mais velha e sábia da então geração mais nova da família. Primeiro O Golfinho (que continua a ser editado na língua original e foi um dos primeiros livros de letras pequeninas que li, talvez aos oito anos), depois o Theras e a sua cidade e finalmente A Filha Esquecida. A Ilha Branca, da mesma autora, trouxe-a há poucos dias de um alfarrabista (porque a Civilização nunca os reeditou), não sei se a pensar que a E. lhes pegará um dia com o mesmo gosto ou convencida de que lendo-o estarei de novo entre o mar e o areal quase deserto de um Verão de há vinte anos. Anyway lembrei-me hoje outra vez deles por causa desta série que ontem vi com uma versão actualizada desse deslumbramento.

grow baby grow

baby's clothes quilt

baby's clothes quilt

Dois meses e meio depois, terminei o quilt da E.. Os acabamentos podiam estar mais perfeitos (tão cedo não volto a tentar coser tecidos elásticos) mas todos cá em casa ficámos contentes com ele. É quente e macio, e para mim é uma espécie de banda-desenhada sobre os meses em que a E. vestiu aqueles babygrows

sorriso

log cabin

Esta manhã (depois de passar, na Baixa, por esta cara que me deixa sempre de sorriso nos lábios), fiz uma das já tradicionais duas excursões anuais aos saldos da Petit Patapon, desta vez já a pensar no próximo Inverno. Passe a publicidade, continua a ser uma das minhas marcas de roupa para criança preferidas (óptimos tecidos e acabamentos e, até ver, made in Portugal).

Nos tecidos, continuo em experiências, sempre a aprender mais sobre o que as cores e os padrões fazem uns ao lado dos outros. É viciante. A propósito, exercícios num workshop da afamada Denyse Schmidt.

#

log cabin

Muitos tecidos, livros e links. Poucas fotografias.

Junku.fr: para quem não se entende com a Amazon.co.jp, uma livraria franco-japonesa. Tem a vantagem de em alguns casos fornecer (em Francês), uma curta descrição do conteúdo dos livros. Por mim, continuo a perder-me na língua que não conheço e andar de link em link, maravilhada com a imensidão de livros sobre o estilo francês que chega ao exagero, curiosa por discos que me são sugeridos por terem um grafismo crafty, tentando resistir a capas lindas e sempre a juntar mais e mais ISBNs à minha wishlist.

Read more →

mundano

mundano

A máquina não apareceu. Ainda estou à espera de descobrir que não cheguei a levá-la quando saí e que está escondida atrás de uma cadeira, dentro de uma caixa de tecidos ou no meio dos brinquedos da E., mas não é de todo provável. À falta de fotografias minhas, ficam duas vindas do Porto e que estavam em lista de espera. São da loja Mundano, onde moram coisas minhas, da Hilda e da Ana ao lado de muitas outras e de gente boa.

Read more →

EOS 350D #0830552146

23 de janeiro

Mesmo sem contar com o deprimente resultado das eleições. A minha máquina, que ainda por cima não era minha (uma Canon EOS 350D com o número de série 0830552146), cujo cartão de memória levava uma dúzia de fotografias dos retalhinhos de tecidos que passei o fim-de-semana a coser, is no more. Entre a porta de casa (com a mochila às costas, a máquina ao ombro, a E. ao colo e um livro ao colo da E.), a escola, a padaria do cimo da rua e novamente a porta de casa desapareceu sem deixar rasto. Liguei para a escola, fui à escola, fui à padaria, o F. percorreu as redondezas e alertou o Vizinho-coxo-pardo-buñuelesco-que-conhece-os-tráficos-do-bairro-e-nos-diz-sempre-bom-dia mas nada. Até hoje nem uma chave, nem uma carteira, nem um telemóvel. Da única vez que perdi alguma coisa importante – o passaporte guardado numa bolsa de toilette caída da mochila algures em East Village – recuperei-a dias depois, passaporte, pente, pensos e tudo, na central de perdidos e achados. Desta vez não tenho esperança. A partir daqui, o dia só pode melhorar.

uma maçã por dia…

bravo de esmolfe

Só durante a gravidez tive o bom hábito (ensinado por um outro mestre) de começar o dia, sem excepção, com uma peça de fruta. De manhã o que me apetece sempre é (e passe mais uma citação do livro de ontem e da minha vida) cafezinho com leite e manteiga com pão. Adio a fruta e às vezes esqueço-me dela. Mesmo das melhores de todas as maçãs.

Entretanto estou a fazer mais um gorro numa nova cor de Kureyon (#116).

Rosa Pomar for NurseryWorks em destaque no UrbanBaby!

Page 1 of 41234