
Instantâneo Amélie do dia: #495 no Rio.
…e coisas boas:

(aqui em grande)
…em conversa com a Gabi, esta manhã, lembrei-me que há onze anos foi este filme que me virou do avesso.

Livros novos e livro velho novo:
Mori-kun the Child of the Forest, uma história protagonizada por bonecos de pano de Yuriko Watanabe.
Dressed soft toys: Animal families, para a minha colecção de livros antigos deste género (imagem).
Stitch ‘N Bitch Crochet: The Happy Hooker: Encomendei-o sobretudo pelas excelentes instruções para quem quer aprender a fazer crochet (ou passar a saber fazer mais do que andar à roda, como eu). Inclui a receita da Camilla para fazer um boneco como os dela!
…e ainda, uns lindíssimos cartões da Brandy Agerbeck.
Mais sobre sacos: um post da Claire sobre os sacos de sacos de plástico e estes todos feitos com materiais recuperados.
Vontade de usar brincos por causa destes da Margarida.
(e ainda não me passaram os Brokeback Mountain blues).

Mais duas para a colecção: o Sebastião com o Tobias e a Maria Léguas com a Gui a caminho de Timor Leste.
Bag It: um artigo da Claire sobre sacos de plástico com links para vários sacos de compras reutilizáveis.
…inesperada e inexplicavelmente, passadas 24 horas continuo enfeitiçada por este filme.

Desta vez levei a E. à Moda Lisboa. Não me devo ter explicado muito bem enquanto a preparava para o espectáculo porque, para além de me ter perguntado se íamos ver a Maria João Pires (mais por causa das ilustrações desta colecção do que por outra razão qualquer), ao fim de três modelos estava ansiosa pelo momento em que as princesas iam começar a dançar. O que mais gostou foi das meninas mascaradas (das várias promoções, cá fora), sobretudo das que tinham cara de gato e lhe deram autocolantes. Depois, em casa, dedicou-se ao seu novo passatempo.

1, 2.
Ontem saímos felizes e inchados do consultório, convencidos de que no geral temos feito um bom trabalho. Que paciência devem ter de ter os pediatras para aturar todos os dias não as crianças mas o rol de pais e mães (nós incluídos) embevecidos com as gracinhas e percentis dos respectivos rebentos. O desafio principal, agora, é resistir à tentação do circense mostra lá à doutora como já sabes … e … e deixá-la dizer e mostrar só o que quiser e como quiser.
Desenhos lindos de grandes e pequenos e desenhos lindos por grandes para pequenos.

Feito com tecido vindo de Singapura, lembra-me chá de frutos silvestres.
#502 e #492 nas suas novas casas e a #509 que não chegou a aparecer aqui mas de quem a E. se despediu com muitas lágrimas, o que não foi nada agradável.
De uma agulha só, extraordinários amigurumi feitos pela Elisabeth Doherty.
(…e não tinha visto que a Pal também tem uma cama de princesa da ervilha!)
De saída para a consulta de rotina dos 3 anos da E, ainda me sinto como quem vai fazer um exame da escola.

Crafty Tour of Lisbon (fiquei convencida de que é uma boa ideia quando vi numa das lojas já incluídas uma turista japonesa de print na mão): duas contribuições da Margarida.

Apesar de já ter feito vários links para A Saloia, acho que nunca partilhei o entusiasmo que sinto pelas mais recentes bonecas da Mary. Não sou muito capaz de explicar o que é que as torna tão especiais, mas creio que a forma como se inspira e o cuidado que põe em cada pormenor sem com isso perder a espontaneidade são duas boas razões. E ainda por cima são (nas cores, nas caras, nos pontos, no ar) deliciosamente portuguesas, o que não só é um atributo que raras vezes acho delicioso como cada vez menos se nota naquilo a que se chama artesanato hoje em dia.