freed any good books lately?

bookcrossing

Nestes dias de baixa dormi e li. Entre segunda-feira e hoje fui do divertido e agora número-um-na-lista-de-livros-a-recomendar-a-amigos-com-desgostos-amorosos On Love (do mesmo autor do livro e documentário Status Anxiety) ao fim de um How to be Good que estava quase há dois anos a apanhar pó na estante (coisa que é suposto envergonhar uma bookcrosser e de facto envergonha) e sigo para o Sense and Sensibility (guardo os livros da Jane Austen para ir lendo um por ano – é como comer uma sobremesa especial muito devagarinho). Sempre que acabo de ler um livro chegado às minhas mãos via BookCrossing (sobre o qual já escrevi aqui e em muitos destes posts) fico com vontade de libertar uma prateleira deles. É o caso deste How to be Good, que fica à disposição da primeira pessoa* que (ler bem em Inglês e que) me enviar uma private message (ou seja um email via BookCrossing) com a sua morada segue para a bookcrosser Neftos*. Happy BookCrossing!

*e, espera-se, de outra depois dela, e de outra depois dela e assim sucessivamente.

14 semanas

Já deixei de me sentir confortável nas calças normais há algumas semanas mas até agora não encontrei umas de grávida que me satisfaçam. Ainda tenho os dois pares da Formes que usei do princípio ao fim da gravidez da E., mas como são de lã não conto ter agora uso para elas. Ultimamente alternava felicíssima entre dois pares de keates, mas como a marca ainda não tem colecção de grávida vou mesmo ter de continuar à procura.

Entretanto a semana não está de todo a ser a mais fácil. Passado que está o primeiro trimestre (sem grandes enjoos e com o sono que como da primeira vez veio para ficar), comecei-a com uma quebra de tensão e quase desmaio em plena Baixa (felizmente a frase estou grávida continua a despertar o melhor que há nas pessoas) que ainda por cima trazia na manga uma amigdalite de proporções inauditas. Resultado: estou de cama há três dias o que (incómodos à parte) não deixa de ter o seu vago sabor a férias.

♥ (1500º post)

livors livros livros

Avisada pela Débora de que novos livros velhos tinham aparecido nas prateleiras da livraria Sá da Costa, passei por lá esta manhã. É um dos meus pontos de passagem periódicos em busca de preciosidades e, como quase sempre, vim satisfeita e carregada, desta vez com treze livros por dezassete euros, quase todos destinados a serem oferecidos (porque acho que não há prenda que mais goste de dar do que os meus livros preferidos). À minha espera estavam:

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pequeninos e de pano

penduricalho

Não sei em que categoria agrupar os penduricalhos e congéneres coisas pequeninas feitas de pano com recheio ou não que tenho sempre vontade de fazer e me fascinam quando as encontro noutros lados, nas suas muitas variedades possíveis. Do meu já quase impossível de percorrer arquivo de crafts recuperei, por ordem cronológica, as etiquetas dos bonecos (que continuo a fazer para cada um deles), os marcadores de livros, as bagtags (outra), os pires de pano (também em versão de natal), as chatelaines (mais) e finalmente as nano lalás (na fotografia está um de vários enfeites que fiz para o Natal passado e que não chegaram a aparecer aqui).

Por outras paragens, têm-me encantado as dos brincos e colares da Margarida, as pregadeiras da Catarina, a boneca nova da Hillary e por fora, que as abençoadas hormonas da gravidez já não me deixam lembrar de mais nada para acrescentar à lista.

um dia em cheio!

Gyo Fujikawa

O Um Dia em Cheio (Oh What a Busy Day no original) foi o meu livro de casa da avó preferido durante anos (provavelmente até ter descoberto o baú de revistas Disney dos anos cinquenta, com as magníficas aventuras desenhadas pelo Carl Barks). Depois de anos sem o ver tive hoje com a minha irmã uma sessão de fogo de artifício mental enquanto percorríamos cada uma das ilustrações. Eu nem tenho nada de especial contra a Anita, mas a Verbo não podia reeditar antes livros como este, esgotados há anos?

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páscoa

soltar o passarinho

Tantos e tão bons comentários depois, estamos de regresso do Porto onde como no ano passado e em todos os antes dele soltámos passarinhos, procurámos os ovos de chocolate e abrimos prendas ao almoço como se fosse Natal (ainda estou para saber de onde vem esta tradição familiar). Entre o deslumbramento da novíssima geração e o desnorte dos que de tão velhos se tornaram crianças fomos dezanove à mesa. Mesmo com os apertos no coração gosto sempre deste tempo cíclico, como o da E. quando me diz que quando ela for muito grande e eu for muito pequenina é ela quem me vai trazer na barriga. Parece-me bem, não a desminto.

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