Monthly Archives: April 2006

o post que eu estava ansiosa por poder fazer

12 weeks

este mundo está cheio de coisas boas

este mundo é uma bola

Não sei quantas pessoas deram logo por ela, mas foram de certeza de menos, porque a agenda Este mundo é uma bola do Planeta Tangerina é tão linda que me fez correr da caixa do correio para a máquina fotográfica para o computador e ter vontade de andar na escola outra vez. Este exemplar (autografado pelos ilustradores-mistério por detrás do planeta) foi-me oferecido pela Yara e só me encontrou agora depois de andar perdido no correio. Não faz mal porque todos os dias são bons para ver desenhos bonitos e ler a magnífica colecção de provérbios populares portugueses que os acompanham.

Continuar a ler »

#530

530

530

Depois de a ver chorar a partida de cada cão combinei que lhe faríamos um especial com tecidos escolhidos por ela e com uma saia (exigência principal da menina que agora celebra cada dia que anda sem ser de calças). Ontem a Rosa Clara (sou inocente na escolha do nome), mesmo ainda sem cara, já foi o centro das brincadeiras.

De um dos meus blogs favoritos hoje em dia, toda a verdade sobre as senhoras que fazem patchwork a sério.

mission accomplished

log cabin

log cabin

As fotografias (outra aqui) foram tiradas com os últimos raios de sol, mal rematei os últimos pontos e desfiz os alinhavos (espero tirar depois outras menos más). Tem um exagero de cores e tecidos diferentes (dois dos três blocos vêem-se melhor aqui e aqui), foi todo cortado e acolchoado a olho (pelo que um dos lados tem mais quase dois cm do que o outro) e foi a minha primeira tentativa de fazer qualquer coisa sob o signo dos quilts mais lindos do mundo (no meu top), nomeadamente este e o deste livro (infelizmente mais vezes copiado do que citado). A E. e eu ficámos satisfeitas – outros se seguirão.

Continuar a ler »

#529

529

529

Numa cadeirinha resgatada de casa dos meus pais (porque nos faltava uma para o Cão e o Anacleto poderem tomar chá juntos) e sobre um tapete de trapo feito por uma artesã da zona de Aveiro, cujo nome infelizmente não sei (aqui em maior).

#527

527

Muito obrigada por todos os comentários e emails acerca dos últimos posts. Sobre a ida à televisão, optei mais uma vez por não ir, apesar dos bons pros como os que a Marta salientou. Para além de não me identificar muito com este tipo de programas há a questão da escala. Faço minhas as palavras da Hilda sobre o assunto: …nem me parece que no meu caso, se justifique tanta exposição e tanta audiência para as poucas peças únicas que faço. Conclusão, a ser muito conhecida por muitos, prefiro que o meu trabalho seja reconhecido por alguns. Não é por snobismo, mas sobretudo por timidez. A relação que tenho com as entrevistas escritas, no entanto, é completamente diferente. Quase todas as que dei até hoje (tenho de actualizar os arquivos) foram extremamente descontraídas e agradáveis (tirando, claro, a parte das fotografias), mesmo quando não conhecia como leitora as publicações em causa. Entrevista a sério foi a do António Lobo Antunes ontem no segundo canal.

♥: bolas de trapo saloias, pinguins num diner e bonecos japoneses (via Débora).

ela

fada

Chega à sala com uma fralda de pano na cabeça:

Mãe, sou uma fada. Vou salvar o Tamino do dragão.

E onde está o Tamino?

Está ali atrás daquele armário e ele já é muito grande e já pode mexer no detergente.

Com bastante surpresa nossa, a Flauta Mágica (em Sueco!) destronou o Madagáscar no dvd e nas brincadeiras. Inevitavelmente, penso que influência terá em tudo isto o facto de a ter ouvido centenas de vezes dentro da minha barriga. Ei-la desenhada por mais meninos.

…entretanto, outro dilema: Aceitei o primeiro convite para ir a um programa de televisão sobretudo por ir em boa companhia (e foi espantoso o feedback que recebemos) mas desde aí disse que não a uns quatro ou cinco outros convites. Hoje fui convidada para mais um (Contacto, da SIC, que nunca vi) e voltei a ficar na dúvida. Prós? Contras?

wip

work in progress

Rendida às evidências, encomendei aqui o recheio (wadding) apropriado para terminar este projecto.

Sobre o assunto de ontem / eternamente pendente, constatei esta manhã com alívio que a Linha do Cidadão Idoso ainda está viva. Atenderam-me com a simpatia do costume mas as notícias que tinham estavam longe de ser boas. Pelos vistos a Autoridade de Saúde voltou a pronunciar-se sobre o assunto no final de 2005 para dizer o mesmo: no seu entender não há razão suficiente para fazer alguma coisa. Frustrada, questiono-me acerca do fundamento para este parecer. Sei bem que há (infelizmente), mesmo aqui no Bairro Alto, muitas outras pessoas a viver assim tão mal ou mesmo pior. Não pode ser essa a razão para não intervir a tempo (três anos de alertas deviam chegar e sobrar). Nas histórias parecidas de que tenho sabido a solução é invariavelmente a mesma: resolve-se o problema quando a pessoa em causa morre, mas não antes. Tenho vergonha de estar à espera.

#525 #526

525 e 526

Ao tentar nova investida para levar a bom termo a minha novela social (o email que enviei há quase um ano para a Direcção Geral de Saúde ainda não teve resposta), não encontro ninguém do outro lado da Linha do Cidadão Idoso (não atendem dentro do horário e o voicemail atingiu o limite de mensagens). Terão os funcionários morrido de frustração?

#524

524