2: parte 2

Depois de protestar no sítio certo é preciso exigir uma resposta. Ao ver que não tinha sido a única a questionar a RTP sobre os anúncios antes e depois do ZigZag e a ficar sem retorno insisti (agora através do formulário existente nesta página). Responderam-me (!) com um email genérico (demasiado genérico) e assinado por um serviço (não por uma pessoa). A ver vamos o que se segue. Os emails:

Read more →

exigir ou deixar passar

1. A E. vê com alguma frequência os desenhos animados do fim da tarde no segundo canal. É a única altura em que a televisão está ligada antes de ela se deitar e, depois de conhecer a programação, já aproveitei várias vezes esse bocadinho para fazer o jantar. Há cerca de duas semanas liguei a televisão à hora certa e apanhei a publicidade antes de os desenhos animados começarem (imagino que muitas outras crianças já estejam à espera àquela hora e nem todas com o pai ou a mãe ao lado): entre os anúncios, dois a séries impróprias para pequeninos (uma delas de terror). Cheguei mais ou menos a tempo ao comando e nesse dia aproveitei para verificar que no intervalo imediatamente a seguir ao espaço infantil a cena se repetia (tiros, sangue, gritos e gente com ar apavorado). Enviei à 2: um email, perguntando se não seria possível evitar este tipo de conteúdos nos dois espaços publicitários colados ao Zig-zag. Ainda não tive resposta nem pude conferir eventuais resultados do meu pedido.

Read more →

moura

moura

As etiquetas dos tecidos de há uns anos (de há quarenta anos para trás? Ainda não levei o assunto suficientemente a fundo para ter a certeza) fascinam-me. No Verão passado encontrei uma e esta chegou-me hoje pelo correio – obrigada Alexandra!

vicia faba

favas

Favas (uma grávida pensa mais em comida que o comum dos mortais?): São uma das minhas comidas predilectas mas só como os meus pais as fazem, com muito menos carne e ingredientes em geral do que qualquer uma das receitas que encontrei on-line (que são muitas, diferentes e em várias línguas – japonês incluído) e mais fáceis de preparar do que um ovo mexido.

Read more →

16 semanas (bis)

16 semanas

Durante a gravidez da E. documentei o crescimento da barriga sempre no mesmo espelho. Os (então muito poucos) leitores deste blog (na altura alojado aqui) foram poupados a essa enorme sucessão de imagens o que, receio, talvez não lhes aconteça agora. Na altura publiquei apenas uma tirada às 19 semanas, quando tinha poucos centímetros a mais (e, ahem, dois quilos a menos) do que hoje.

Entretanto a minha maratona das calças foi oficialmente encerrada na 1 et 1 font 3, que ganha o prémio das calças mais o-que-eu-estava-à-procura e onde os preços são bastante proibitivos. No balcão descobri um livro irresistível (mas que na loja não está à venda): Hot Mama, um guia com ilustrações da Trisha Krauss para estar linda, confortável e bem disposta do princípio ao fim da gravidez.

16 semanas

d3 international

Se, como mandam os calendários, com o segundo trimestre conseguir voltar a resistir às sestas e deitar-me menos cedo, fica só por vencer todo este self-indulging (qual a tradução?) induzido pelas hormonas para conseguir retomar o ritmo de trabalho. Da lista de porfazeres já consegui riscar a encomenda que segue amanhã a caminho da loja d3 na Califórnia e ver o fim à da loja Mau Feitio, que abre hoje em Coimbra*.

Também como mandam os livros, desde há cerca de duas semanas que comecei a sentir (de vez em quando e muito ao de leve) movimento na barriga. Dos restantes sintomas de gravidez, o mais agudo é a não cientificamente comprovada acentuada perda de capacidade intelectual, também conhecida por preggo brain, que se bem me lembro da outra vez me atacou bem mais tarde…

Na nossa agenda (também a pensar que temos os três de aproveitar o melhor possível os próximos meses), dois espectáculos por que estou ansiosa: o Auto da criação do Mundo dos bonecos de Santo Aleixo (FIMFA 2006) e Uma Pequena Flauta Mágica, para a menina que se agarrou aos dvds da nova edição do filme do Ingmar Bergman a pensar que era a continuação do que ela insiste em ver quase diariamente.

Read more →