30 semanas

mãe

Meia dúzia de graus centígrados fazem milagres pela disposição de uma grávida. Estou outra vez mais ou menos capaz de de formar frases com princípio meio e fim e já me sinto em contagem decrescente, mesmo se as arrumações em casa estão longe de chegar ao fim e se continua por saber-se quantos quilos de carrinho estamos dispostos a carregar escadas acima durante mais ou menos um ano e meio.

O Nome, primeira pergunta que ouvimos dos amigos à estação dos correios, ainda não é definitivo e já nos fez ler o vocabulário onomástico do prontuário ortográfico às três da manhã (só para ficarmos a saber que se pode dar a um filho como nomes próprios, por exemplo, Faraó Imaginário). Continuo a teimar nos nomes emocionalmente sancionados pela história familiar (eu sei que tal coisa não faz grande sentido senão na minha cabeça), mas a decisão final está adiada para um dos dias das próximas oito semanas.

We’re having a baby! Now what?: uma lista de conselhos da Swissmiss.

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  1. eu peguei num dicionário português última edição e fui à procura de nomes que podia dar, comecei pelo A, achei que assim não chegava lá, já o filho tinha nascido e eu ainda não sabia o que havia de fazer à vida. decidi colocar algumas condições … se menina o nome tem que começar por D, para que fique a assinar DD (o apelido também seria o meu para ter o D, se menino ficaria com o do pai).

    não pode ter acentos e cedilhas, nos tempos que correm ninguém vai saber utilizá-los … e por ai … mas foram longas noites a ler o dicionário

  2. o blog da swissmiss só preciva de uma “tradução” de certas marcas que não existem no mercado português para outras disponíveis por cá. De resto, acho que os conselhos inter-mamãs são subestimados por terras portuguesas. Devia haver mais, sem dúvida, principalmente para quem é mãe pela 1ª vez, que adoraria receber certas dicas que só se ganham com a prática.

    Espero que esteja a correr tudo bem!

  3. Ora boa noite. Então como estamos de desenhos hoje (moldes de bonecas não valem)? :-))) o nome… vai ser um nome antigo de certeza…

  4. 30 semanas também. Também sem nome ainda. E a mesma pressão “como se vai chamar?”. Bolas! Não sei! Quando olhar para a cara dela alguma coisa há-de surgir. Espero…

  5. Olá, Rosa

    Isto dos nomes tem muito que se lhe diga, realmente. Mas a “abertura” quanto a nomes não é assim tão grande (conheço o caso “petiz”, nome que uns amigos de uns amigos quiseram dar ao filho e não conseguiram).

    Para verificares quais os “Vocábulos Admitidos ou Não Admitidos como Nomes Próprios” consulta http://www.dgrn.mj.pt/civil/adm_nadm.asp

    *

    MJ

  6. para não carregar o carrinho terceiro andar acima, optei por guardá-lo na mala do carro. mesmo que por vezes o tenha de estacionar um pouco mais longe, vale sempre a pena guardá-lo aí do que carregá-lo (tarefa impossível se feita em simultâneo com o carregamento de um bebé). quando troquei de carro, a condição foi que na mala do novo coubesse a cadeirinha. foi giro ver a cara de pânico do vendedor, quando depois de discursar àcerca das características do carro, lhe dissémos que a condição essencial era que a cadeira de bebé coubesse na mala. fizemos o test drive até à porta de casa onde o velhinho estava esacionado e aí fizemos o teste decisivo. coube. ficámos todos muito aliviados. quanto aos nomes, nada mais fantástico do que seguir o instinto… o que é difícil é convergir dois instintos… mas isso também é desafiador e bastante divertido…

    e já agora, felicidades e tudo de bom para os 4!

  7. Por causa dos carrinhos e das escadas aconselho vivamente um pano porta-bebés, assim só se carrega o peso do bebé mesmo….

    Natália ;)

  8. pois é, mas o pano porta bebés ou o marsupial, que uso ainda aos 18 meses/10 kg, não substituem a cadeirinha para as grandes passeatas. lembrei-me de uns amigos que vivem no bairro alto, num 4º andar, e que guardam a cadeirinha na entrada do prédio. vão também na 2ª filha e nunca sofreram qualquer atentado contra a propriedade da sua cadeirinha.

  9. O nosso carrinho nunca sobre as escadas até ao terceiro andar, fica fechado no patamar entre o r/c e o primeiro (para não ser visível da rua). Ultimamente, para esses degraus tenho paciência, fica logo na entrada, ao lado do carrinho da vizinha da frente, o último a chegar a casa e não-grávido que o suba!

    Gosto sempre de salvaguardar que a escolha do nome só se efectiva depois da criança nascida. Vá lá se saber lhes assenta bem, antes de lhes vermos a cara.

    Beijinhos, seis semanas à frente.

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