
Linda, linda, Amélia.


Nestes últimos dias o fôlego para trabalhar (e para tudo o resto) não tem sido muito, naturalmente. Deixei aqui um aviso a dizer que bonecos, nas próximas semanas, só nestas lojas e este que é o grupo mais recente vai a caminho da Work&Shop, em Alfama.
Como também tenho passado menos tempo ao computador já perdi o fio à meada das minhas bloglines, mas recentemente encheram-me o olho estas capas (depois de ter trazido para casa um monte destas outras).
E ainda, muitíssimo obrigada por cada um dos emails e comentários de parabéns e de boa sorte para o grande acontecimento que se segue. Como alguém escreveu, é uma verdadeira torcida. Sentida!

…e 31 anos, hoje. Em acordo com a obstetra, decidimos dar a este bebé todo o tempo possível para mudar de ideias quanto à posição em que quer vir ao mundo. O prazo termina na sexta-feira. Por muito que desejasse um parto assim (entre médicos mas o menos médico possível), já estou mais em paz (de nada vale não estar) com a ideia da cesariana. Venha ela, e com ela esta menina.

Apesar da lua, cá estamos. Cada vez mais quase.


Ainda?
Ainda. A carregar baterias com as horas de sono que depois me farão falta e a dar com gosto os últimos pontos. A caminho da Honeycomb, mais uma caixinha de bonecos.

Grande, grande, e a crescer. Como a E. nasceu às 39 semanas e quatro dias, a partir de hoje nunca estive tão grávida.

Cá continuo, cada vez menos aerodinâmica mas ainda produtiva. Na foto de baixo, alguns dos meus bonecos na Design Futon, no Porto, por cima de uma caminha da Stokke igual à que temos cá em casa.



Não sei se foi de nos meses mais quentes do Verão ter descansado bastante, mas estes serões de outono estão a ser particularmente ricos em energia e vontade de fazer: um boneco novo por dia e já está pronta mais uma encomenda da Mau Feitio, em Coimbra. A loja não tem site oficial mas vale a pena espreitá-la neste e neste posts do (lindo) blog Simple Me sobre a inauguração.
Às 39 semanas uma grávida deixa de ser saudada com Então, está quase? para passar a ouvir Então, ainda? o tempo todo. Da primeira vez uma pessoa sente-se um bocadinho fora de prazo (e às vezes desespera), mas à segunda é diferente. Sobretudo se, como no meu caso, o mais provável é não vir a haver uma terceira. Por muita vontade que tenha de ver a cara deste bebé, de lhe pegar, de o cheirar, etc. etc. (neste momento nem as noites mal ou não dormidas me preocupam), por muito grande que esteja a ficar, cada um destes últimos dias é precioso.