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  1. Também fiz questão de assinar a favor do Movimento de Jovens pelo Sim numa das minhas deambulações pelo Chiado…:)

    É uma questão demasiado importante para ser mantida na clandestinidade.

  2. Fico contente. Acho importante que nós mães “babadas” (e, principalmente, mães recentes) nos manisfestemos publicamente pelo SIM.

    É muito comum rotular as pessoas/mulheres que votam SIM de egoistas, pouco maternais, etc. É importante mostrar que isso não é verdade, que há muita gente muito dedicada e orgulhosa dos seus filhos e que ainda assim vota SIM.

    Devia haver um movimento “Mães pelo SIM”.

  3. SIM, SIM, SIM!

    Sou mãe, nunca abortei e há anos já votei pelo SIM e agora vou votar novamente.

    Hipocrisias : NÃO !

  4. Nem a propósito…

    Estive a fazer umas fotografias para apelar ao SIM!

    Também sou subscritora de um movimento do SIM:

    http://www.emmovimentopelosim.org/

    Quanto ao blog da Elsa, também tenho acompanhado com muito interesse o que por lá se vai dizendo em relação ao tema.

    Acho importantíssimo que as mulheres que são mães dêm a cara pelo sim! Eu dou demasiado valor à maternidade, para achar que tem de ser uma fatalidade ou uma coisa imposta.

    Defendo a liberdade individual, e acredito que as mulheres não são umas levianas, como dizem certos movimentos do não, e que agora passem todas a recorrer ao aborto como método contraceptivo!

    Toda esta campanha do não, mais uma vez, tem tratado as mulheres como seres perto do débil mental e de instintos assassinos:((

    É preciso marcar a diferença.

    Porque SIM!

  5. Ainda não conheci nenhum argumento válido vindo do Movimento pelo Não! Hipócrisia pura!

    SIM!

  6. Acho que é sempre importante votar, e votaria sim se fosse mais fácil fazê-lo a quem vive no estrangeiro. De qualquer maneira, penso que este assunto, assim como todos os outros de natureza tão íntima, nunca deveria ter sido referendado. Continua a faltar muita coragem política…

  7. tal como a rita também subscrevi o movimento pelo sim, tenho participado em debates com pessoas pelo sim e pelo não, e para além da grande campanha pelo sim que fazem ao ouvir as barbaridades que dizem, há uma outra coisa que me incomoda, o olhar maldoso com que olham para as mulheres que defendem o sim, um olhar de acusação, de julgamento … e por isto e por tudo que é bem maior, era bom que esta campanha acabasse com muitos “julgamentos”, também fico muito contente por te ouvir falar nesta causa!

  8. :) Obrigado, Rosa !

    Concordo com a Joana.

    Faria sentido um movimento intitulado “Mães pelo sim” (que não excluí-se os homens que o quisessem integrar).

  9. Arranja lá um tempito para fazeres o TAL post. já falta pouco tempo para o referendo.

    Não podemos perder, outra vez!!!!

  10. Nem sei como é que se pode votar não! Não compreendo, não quero compreender e tenho raiva de quem compreende. Acho que nem devia ser referendável, devia ser lei e mais nada. Afinal, quem manda no seu corpo e na sua vida é a mulher ou o casal. A educação e o esclarecimento é que deviam ser parte da nossa vida desde o berço, e de preferência um berço quentinho, com muito amor, numa casa aquecida e não uma coisa qualquer….mas o pessoal (leia-se “quem cá manda) só pensa em mostrar que é rico com estádios de futebol e TGV’s, não sabem já que toda a gente sabe que isso é mentira…

  11. Em nome do movimento jovens pelo sim (e como mãe, também…) venho convidar (e pedir a…) todas e todos que passem pelo blog http://jovenspelosim.wordpress.com… deixem comentários, opiniões, testemunhos. os adeptos do não têm sido fervosos e persistentes na blogosfera.

    O blog está também aberto às contribuições de todas em termos de textos, fotografias, ilustrações. se tiverem alguma coisa por favor peçam à rosa o meu contacto (pode ser, rosa?).

    não deixemos que o “não” se tente insinuar como dono e senhor da maternidade!

  12. Obrigada, Rosa!

    É preciso fazer campanha, em particular neste espaço virtual, no qual os partidários do não têm estado tão activos!

    Gostei muito da ideia de um movimento de mães (e pais) pelo sim. Quem sabe criar um link para testemunhos desse tipo, a partir de um dos sites já existentes? É que uma das ideias que é preciso combater é a da suposta superioridade moral dos partidários do não, como se só eles dessem importância às crianças e às mães.

    SIM, sempre! :)

  13. Acho que a Rita focou uma questão importante, a forma como nos tratam como levianas irresponsáveis… Outro dia disseram-me “Ao menos tinham-nos e depois davam-nos para a adopção”. Se já não quisermos falar do que isso implica ou não para a mulher, e essa criança? Que condições de vida vai ter numa instituição? Para mim, como mãe, seria um maior crime tê-la e deixá-la à mercê das carências que, por muito bem intencionadas que essas instituições sejam, têm. Só quem não teve acesso a uma sequer para ver o que se vive e sofre lá dentro…

    E tanto, tanto mais há a dizer… ao menos que seja desta!

  14. a ideia de um blog “mães pelo sim” com testemunhos já me tinha ocorrido. o link inicial pode partir dos jovens pelo sim… dêm-me mais um bocadinho para resolver pormenores técnicos e a coisa avança…

  15. Olá Rosa.

    Também sou mãe de 2 crianças que amo mais que tudo na vida e também apoio o “SIM”.

    Antes de mais de mais quero dizer que perdi um bebé qd estava de 25 semanas e sofri imenso.

    Assim penso que quem tem, seja por que motivos da vida for,de optar por interromper a gravidez não deve ser uma decisão nada facil de tomar, nem será tomada penso eu de animo leve.

    Acho acima de tudo, que cada pessoa tem o direito e o dever de tomar decisões para a sua vida em liberdade e em consciencia(a sua – não a dos outros)

    Beijos para ti e para a tua familia.

  16. Pelo sim, no referendo anterior e no de agora….

    E mais digo, graças a Deus nunca tive que tomar essa dificíl decisão, e se tivesse, penso que não abortaria….mas isso não me faz votar pelo não, mas sim pelo SIM.

    A opção de cada uma de nós é com nós próprias e cada uma de nós deve poder fazê-lo na melhor das condições e esse é um direito que o estado tem a obrigação de nos fornecer.

    Abaixo a hipocirisia, sim às crianças desejadas e com a vontade de ser amadas pela mãe, não por obrigação, mas sim por opção.

  17. Sou cidada portuguesa, residente na Europa, e lamento que nao possamos participar, atraves de voto, no referendo do proximo domingo.Sou mae de dois filhos e gravida do terceiro,gostaria de vos aplaudir pela participacao no SIM ao referendo.Somos cinco orfaos de mae desde 1982, devido a um aborto clandestino, e creio que se o SIM ganhar as mulheres nao mais morrerao as maos dessas abortadeiras assassinas que proliferam em Portugal, e que nunca sao julgadas.Se o SIM vencer a morte da minha mae sera vingada e eu poderei finalmente dizer que a justica tardou mas valeu a pena.OBRIGADO A TODOS PELO EMPENHAMENTO NESTA CAMPANHA.

    ANA MARIA-LUXEMBURGO

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