
Novos tecidos para os próximos slings (chegam para dois por cada padrão) e a prova de que não é só a A. que fica bem neles – começam a chegar as fotos dos meus slings e os seus novos e refastelados ocupantes (obrigada Joana!):

E., vai calçar as botas.
E., vai calçar as botas.
E., vai calçar as botas.
E., vai calçar as botas.
Ó mãe, tu és muito impaciente. Eu sou mais elegante.

A nossa televisão é pequenina e só tem uma antena de pousar em cima, mas deu para ver a reportagem sobre os slings (fico sempre chocada com a minha figura). Obrigada à Andreia Vale pela ideia (espero que quem viu tenha gostado).
PS: a reportagem está on-line no site da SIC. Obrigada ao comentador anónimo que deixou o link!


Ela ainda agora chegou e já é sempre. Omnipresente. Reconhecia-lhe o cheiro entre mil, entre um milhão de bebés. Pego-lhe, conto-lhe os refeguinhos de pele e cada um é feito de mim, do meu corpo, de amor.
Atenta, dobra o riso, faz-nos serenatas com rrruu e gueee de leite condensado. Serve-me num braço só, a minha pequenina pequenina.


Ela está a um mês dos quatro anos. Na escola brinca aos piratas e aos pau rangets e em casa anda de sabrinas douradas. Pergunta-me quando é que eu e o papá nos vamos finalmente casar porque, diz, gosta muito de festas e avisa-me que o namorado do infantário virá em breve viver connosco. Adora apontar os nossos pedidos num restaurante imaginário e cozinha-nos moranguinhos fritos e milho de baleia. Às vezes choraminga que era mais giro ser bebé e nessas alturas queixa-se de dores nas gengibres e nos pulsos dos pés. Ela é tão pequenina e tão grande.

Mesmo a tempo das inaugurações de hoje no Porto (uma delas da minha prima andarilha), novos bonecos na Mundano.

Finalmente um post sobre um assunto recorrente que não o dos slings (se bem que sem estes provavelmente não estivesse a ser escrito): bonecos, aqui na vertente chamada character design (e, por falar em design, vale a pena ver isto que correu a net recentemente). O livro chama-se Neighbourhood e é uma compilação de imagens de vários bonecos construídos a partir de formas básicas num exercício de cadavre exquis, fotografados nas suas várias fases (veja-se o site e a página da editora Victionary). Gostava de ter estado aqui. O livro já está nos meus wists (este exemplar foi-me só emprestado) e é o mais interessante, dentro do género, que tenho visto.
Há alguns meses saíu o Mascotte2, sobre o mesmo tema, em que participei ao lado da Débora, da Ana e de muitos outros, mas este Neighbourhood é de longe mais interessante. Para compensar, já saiu o número da revista Dpi intitulado Character Art, onde os meus bonecos também aparecem, juntamente com uma entrevista (em Chinês e Inglês). Espero que a cópia que me prometeram chegue em breve…

A juntar às outras pfp, que já mereciam ser arrumadas numa categoria própria, aqui ficam as respostas às perguntas frequentemente perguntadas sobre os slings, que além do mais são um óptimo pretexto para mais uma fotografia da A. a dormir num dos nossos:

Ontem estivemos numa festa de anos onde a A. era uma de pelo menos quatro bebés (e já não tão bebés) slingados/belecados. Somando a esses os proprietários de cerca de vinte slings que já saíram cá de casa, quem sabe se estaremos a assistir a uma onda de babywearing?
No Flickr encontram-se centenas de fotografias e pelo menos um grupo dedicado ao tema. As técnicas e marcas usadas são inúmeras mas o princípio é sempre o mesmo: manter o bebé tão juntinho de nós quanto mandam os melhores dos instintos. Eis algumas das minhas fotos preferidas: