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  1. E como a tua filha é, não achas que para ela é mesmo fácil? Deste à luz um talento de pessoa!

  2. o painel de azulejo pintado com bioxido de magnésio (acho ser) está é lindissimo, havia mais?

    as ilustrações são todas em cerâmica?

    obrigado pela divulgação.

  3. oh Rosa, estivemos lá ontem à noite! vimos a exposição e trouxemos um cartaz fantástico…beijinhos para vocês todos.

  4. Cruzei-me com a Maria Keil, a primeira vez, na R. Ivens. Vi-a, ali perto do Grémio, reconheci-a, e fiquei a admirar de longe o seu talento e o seu ar jovial, apesar da idade. Uns tempos mais tarde, numa tarde de um sábado de Verão, voltei a encontrá-la no 27. O autocarro ia quase vazio, mas a Maria Keil sentou-se mesmo ao meu lado. Naquela altura não deixei escapar a oportunidade e disse o quanto a admirava e ao seu trabalho, conversámos enquanto o autocarro fazia o seu percurso… Eu, uma miúda de dezanove anos na faculdade, ela com oitenta e… Ia nessa tarde à inauguração de uma exposição de um amigo no Museu de Arte Antiga e assim, sem mais, convidou-me para ir com ela! Quando lá chegámos o Museu ainda não tinha aberto e então ficámos a falar no murinho mesmo em frente… E depois fez-me a visita guiada e outras, e outras depois dessa.

    É por tudo isto que a Maria Keil faz realmente tudo parecer “tão fácil”. E sorri como só ela.

    Que bonito deve ter sido ver a Maria K e a Elvira!

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