coser

mala dos elefantes

Hoje a E. (cuja vida social é bem mais agitada do que a minha) estava convidada para duas festas de anos. Acabou por escolher a de uma amiga da escola, o que nos levou a passar a tarde na lindíssima Tapada das Necessidades (já alguém reparou que o artigo da Wikipedia sobre a tapada é um absoluto delírio?). Para a Aurora, que fez seis anos, costurei a correr um saco diferente de todos os que tinha feito até hoje. Gosto do feitio e da alça e sou capaz de fazer a seguir um parecido para mim.


mala

mala

30 comments » Write a comment

  1. Ah, como eu conheço a Tapada em dia de festas de aniversário ;)…

    E que sorte a da Aurora… não vais pôr destes à venda?

    bjs

  2. Oh! E se fizeres mais para vender, uma há-de ser para mim! A-do-rei! Linda linda linda linda linda!

  3. o saco e lindo lindo! e eu morava na calcada das necessidades numa casinha de bonecas com ‘nesga’ de vista para o rio. saudades!

  4. Não há como os presentes feitos por quem oferece. É um pouco de nós que lá está e isso tem um valor inestimável!!! Estou no clube!

  5. São os presentes mais engraçados,esses que improvisamos e fazemos na hora. Está muito giro!

    Mas que raio atingiu a cabeça do senhor que escreveu este texto?!

  6. os elefantes estão o máximo e a mala de menina põe muitas meninas maiores a querer uma igual. será possível?

  7. olá rosa,

    sabes gosto de todos os teus sacos e malas, mas este para mim é o mais bonito.

  8. muito bonito o corte!

    e a alça é um cinto reutilizado? ou é algo que se possa comprar a metro?

    ja andei a procura de algo do genero para um saco que tenho,

    daqueles muito velhos,

    mas que nao sou capaz de deixar de usar,

    e pensei em substituir a alça com esse tipo de material?

    ja agora como se chama esse tipo de trela? se é que há nome!

    beijos

    a,

  9. Boa tarde (apesar deste tempo mal encarado…)

    A minha amiga antropóloga Sónia Frade acabou de me revelar a existência da “Ervilha” e do seu post onde fala na tapada das Necessidades.

    Moro na Praça da Armada, desde menino que frequento aquele magnífico espaço verde.

    E quero partilhar consigo a existência de um grupo de moradores que este ano resolveram formar o Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades, cujas intenções essencialmente de salvaguarda do espaço (preocupamo-nos com a premência do arranjo dos caminhos, com os lagos degradados, com nichos de estátuas com lixo de obras: sacos de cimento, restos de madeiras utilizadas nessas obras, ali vazados por quem andou a alindar os jardins e os edifícios do Palácio; há uma estátua decapitada e quem devia estar atento não deu por nada… há parques de estacionamento que nascem como cogumelos, edifícios “clandestinos” de ministérios, o ministério da defesa comeu um bom bocado do verde da tapada, transformaram as antigas cavalariças reais noutra coisa, a lista é muito grande…

    Dois dos candidatos a Lisboa interessaram-se por estas preocupações e parece que as vão incluir no programa das suas candidaturas…

    Aqui fica a notícia e os parabéns pela sua arte e por este espaço tão simpático e agradável na net.

    Beijinho

    Luís Filipe Maçarico (antropólogo; poeta; 54 anos)

Leave a Reply

Required fields are marked *.