then and now

Pais&Filhos

O guia Primeiro Ano editado pela Pais&Filhos que acaba de sair dedica uma secção ao babywearing. Eu continuo rendida à prática e já não sei o que é viver sem os slings. Experimentei há dias tirar (pela segunda vez nos oito meses de vida da A.) o carrinho de casa e nem queria acreditar no trabalho que dá (pega no bebé, pega no carrinho, desce as escadas com o bebé e o carrinho, abre o carrinho com o bebé debaixo do braço, instala o bebé, sai para a rua, desce o passeio por causa do caixote do lixo, sobe o passeio, desce o passeio por causa do carro mal estacionado, sobe o passeio, tenta não perder a filha mais velha pelo caminho, desce o passeio por causa do pilarete anti-estacionamento, sobe o passeio, empanca no buraco do passeio, etc. etc. e ainda ia só a meio da rua)! Bem sei que há bairros com passeios mais largos e pessoas que andam mais de carro e menos a pé mas, mesmo assim, acho que o sling bate aos pontos o carrinho mais high-tech. E não sou só eu: o grupo do Google já tem 84 inscritos e, por aqui e por aqui não páram de aumentar os bebés satisfeitos ( ).

14 comments » Write a comment

  1. É verdade, outro dia fui visitar a Isa e a bebé Maria e lá estavam elas, slingadas e felizes. :)

  2. Quando a minha filha era bebé comprei um “canguru” ou “marsupial” e confesso que não o usei muito nem sei bem porquê. Acho que por falta de hábito e porque não gostava muito dele. Na altura ainda não tinha ouvido falar em slings. Principalmente esses lindíssimos da Rosa. Mas sempre que saía com ela de carrinho era o cabo dos trabalhos. Se tiver mais algum filhote vou aderir à moda sling, no doubt!

  3. Desde que nasceu até hoje (com 9 meses) a minha filha anda sempre comigo, não num sling, mas num pano. E não quero outra coisa. É prático, confortável, ela adora, eu também! É divertido e não o substituo por nada. Já saimos de carrinho, mas também desisti da ideia (descer escadas com carrinho e bebé, etc, etc….). Usamos em várias posições e fazemos a admiração das pessoas na rua….

  4. O carrinho tem uma vantagem para pais e mães trapalhões: em caso de queda do progenitor, o filhote não corre risco de se magoar.

  5. É bem verdade! Também desisti de andar com a Mi no carro, ela até parece já estranhar quando não anda comigo vestida no sling. Estamos completamente rendidas, por mim era um de cada côr :D

    Beijinhos Rosa , e parabéns pela referência na revista!

  6. Rosa, recomeçaste uma moda.

    Ainda no outro dia falava com uma pessoa dos slings, e ela (mãe mais velha que nós) com o seu ar de espanto dizia que há 15 anos também usava o “sling” para andar com a filha, mas no segundo filho já o tinha trocado pelo marsupial. Não o trocou por desconforto, mas sim porque as lojas de puericultura começaram a impôr outro tipo de produtos.

    Voltamos então às origens – o melhor design é sempre o mais simples.

  7. Que bom que é ver as coisas que fazes espalharem-se e encherem de ternura a vida das pessoas e dos bebés. A A. está tão linda com o seu cabelinho de veludo que dá vontade de fazer festinhas no ecrã do computador.

    Beijinhos, Rosa. Continuação de muito sucesso!

  8. Rosa,

    Estou de férias na praia, com os filhos, o teu sling e mais 3 que fiz em casa. Não há melhor para palmilhar mais depressa aqueles metros de areia com sacos, mochilas, guarda-sol e insufláveis insuflados. E experimentei pela primeira vez usar o teu sling com o meu filho mais velho (2 anos e meio) e foi uma surpresa óptima. É até mais fácil de carregar pq se equilibra mto melhor que o outro de 7 meses que, às vezes, se debruça mto para ver o que se passa no chão. Ele chama-lhe o “colo especial” e tenho pena de não poder carregar os 2 (ou até talvez possa, ainda não experimentei).

    Obrigada, obrigada, obrigada pela iniciação ao babywearing.

  9. Olá como estás estou interessada em comprar um sling , queria saber se os slings que aparecem naquelas fotos de Fevereiro foste tu que os fizeste , gostei muito já vi outros mas queria umas cores mais sóbrias que é para o papá usar tambem, sem deixar de ser para menina e já agora queria saber preços e modo de entrega . pronto quando puderes dá me uma resposta!!

    beijinhos!!

  10. Pois é! Esta é mais uma das suas quentíssimas dicas mamãe-designer que vou seguir :)

    Ainda não escolhi qual molde acho melhor para mim, e nem o tecido, mas vou fazer um com toda certeza! Aqui no Brasil são pouquíssimas mães que usam, mas além de prático (vide a história do carrinho de bebês) é uma forma de ficarmos mais em contato com o pequeno! Quem sabe não crio uma legião de mães por aqui?

    Bjs!

    gil

  11. Rosa, concordo k o sling seja bom mas tambem acho k os bebes tambem devem de gostar de estar aonde o corpo relaxa sem a intervencao da gravidade.

    O problem esta nos passeios de Portugal, k nao estao adaptados para k maes com carrinhos ou cadeiras de roda posssam continuar o seu caminho sem obstaculos.

    Vivo em Londres, onde grupos dos deficientes tem feito campanhas ja la vao uns 20 anos para k os passeios, o mobiliario da rua, os transportes e as portas dos edificios publicos e comerciais tenham uma largura minima, pare k a qualidade dos utentes nao seja tao ma.

    Eu tenho um carrinho duplo de gemeos e vou a todo o lado sem preocupacoes, mas quando fui de ferias a Lisboa, nao conseguia acreditar, nem um passo conseguia dar, um obstaculo a frente, ate carros estacionados no passeio…

  12. hoi rosa,

    ia escrever o mesmo que a cris, o problema e a falta de civismo nas cidades e o nao respeitamento das regras, uma calcada de vidraco linda mas sempre esburacada e obstaculos por todo o lado.

    aqui na holanda, o carrinho de bebe e uma facilidade, as ruas e edificios sao pensados em funcao da bicicleta e das cadeiras de rodas motorizadas (muito populares!). tudo e plano e desnivelado.

    a primeira vez que fui a lisboa de carrinho de bebe revoltei-me so de pensar o que e que deveria ser a vida de deficiente motor numa cidade portuguesa. muito triste!

    ainda bem que encontraste alternativa e a divulgas!

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