cuidado com as imitações

parli

Esta t-shirt não tem nada a ver comigo. E no entanto diz-me respeito, aliás é uma enorme falta de respeito. Foi produzida em várias cores e não sei ainda em que quantidade por uma empresa portuguesa com pelo menos dez lojas pelo país fora. Esteve e está ainda em várias montras. Confundiu pessoas que a compraram pensando que era da minha autoria. Não é. Prometo que quando fizer t-shirts elas serão muito, muito mais bonitas. Soube da sua existência através de leitoras atentas que repararam, fotografaram e me escreveram. Obrigada a todas elas.

A empresa está em vias de ser responsabilizada pelos seus actos (descritíveis em linguagem técnica como contrafacção e usurpação).

In case you’re wondering, I didn’t design this t-shirt. It’s an obvious rip-off of my dolls, produced and sold by a portuguese textile company, and has mislead some of my dear readers into buying it!

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slingando no mundo

baby slings

A desacelerar em direcção às férias, seguiram hoje os últimos slings da temporada. Uns para o outro lado do mundo, outros para bebés ainda na barriga e alguns para mães e pais a quem (como a mim) um só não chega. Em Setembro vou ter prontas as novas etiquetas, com instruções de lavagem de um lado e espaço para escrever o nome e o telefone do outro (lembrei-me que podia ser útil porque um dos meus slings se perdeu dos donos em Viana do Castelo e nunca regressou a casa).

PS: na minha ausência, quem estiver em Lisboa e precisar de um sling pode ir à A Cadeirinha (R. Duarte Pacheco Pereira, 28 E) ou à Quer.

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fabrico próprio

bolas de berlim

Bolas de Berlim, fotografia de Pedro Ferreira

Foi através do Flickr que soube da existência do projecto Fabrico Próprio (o site oficial ainda não está pronto). Pareceu-me uma ideia literalmente deliciosa e aguardo com expectativa a sua concretização sob a forma de livro. Ontem recebi de um dos mentores, o Frederico Duarte (os outros dois estão também por detrás da instalação Grão no Museu do Azulejo), um apelo curioso, que transcrevo a seguir. Quem quiser ou puder dar-lhe resposta pode deixá-la aqui nos comentários ou encaminhá-la para frederico arroba 05031979 ponto net.

Bolos por aqui: Padaria Ribeiro, o Natário e croissants do Porto (prensados se faz favor).

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museu de etnologia ii

Pinturas Cantadas

Ao contrário do que aconteceu na dos panos, que não a interessou muito, na exposição Pinturas Cantadas – arte e performance das mulheres de Naya a E. (cuja curiosidade fora despertada pelo lindo cartaz recebido do avô) esteve tão entretida e atenta como nós. É de facto uma exposição invulgarmente interessante, e as peças expostas pedem uma visita demorada (ou várias). Para além disso, é um excelente programa para crianças: as peças estão à altura certa e bem protegidas, auscultadores em alguns panos permitem ouvir as suas histórias e o documentário (que vale a pena ver inteiro) retrata a vida das mulheres pintoras e o meio em que vivem de forma atraente até para uma menina de quatro anos e meio (vê-se com pormenor o fabrico caseiro das tintas, as etapas da pintura e as tarefas da vida quotidiana, no fundo tão semelhantes às nossas mas tão diferentes).

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quatro anos e meio

quatro anos e meio

Há meses que contava os dias para a data em que faria quatro anos e meio (hoje). Quando se é pequenino meio ano é tanto tempo. Eu por outro lado já tenho de pensar para acertar em mais do que a década em que vou.

A almofada terminei-a ontem e foi feita com as sobras deste tecido, do qual guardei o sling que usamos mais. Reforcei-a com baetão e quiltei-a um bocadinho para ficar mais resistente.

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diferentes como duas gotas de água (ii)

diferentes como duas gotas de água

Quase com a mesma idade, a E., sentada, olha para mim e para a máquina fotográfica e a A., sondando instantaneamente os arredores, fica tremida em todas as fotografias. Não sou muito de esmiuçar as diferenças entre elas. A E. adora ouvir dizer como a irmã se lhe assemelha (quem não quer ser parecido com um bebé elogiado a cada passo?) e é verdade que continuam a crescer ao mesmo ritmo (no tamanho, nas datas do primeiro dente, das primeiras gracinhas, do gatinhar, etc.). Parece-me que quanto mais os familiares verbalizam as diferenças entre irmãos (ou as características de um filho) mais eles crescem convencidos de que são essas coisas que ouvem dizer sobre si, mais ou menos isto ou aquilo do que o outro, e que esse hábito pode ser pouco saudável para a relação entre eles. Antes de ser mãe duas vezes pensei com frequência na tarefa impossível que seria criar um segundo filho com a virgindade que temos perante o primeiro. Por muito útil que seja a experiência, pensava ser melhor poder encarar tudo outra vez como da primeira vez, não aplicar a esta pessoa novinha em folha as soluções que aprendera a lidar com a irmã mais velha, porque não seriam as soluções dela. Na prática isto não faz grande sentido, claro, e quantas mães não acham que a experiência de um primeiro filho lhes permitiu fazer tudo muito melhor da segunda vez. No meu caso, funciona comparar (sobretudo quando nos ouvem) o mínimo possível e acentuar acima de tudo aquilo em que são e serão sempre iguais: no nosso amor por elas.

sábado

rosas

sesta

Fora de Lisboa até cheira a férias. Jardinou-se, comeu-se, dormiu-se e até peguei nas agulhas de tricot. No restaurante e em casa, experimentámos o Sack’n Seat, que é uma excelente ajuda para quem trocou definitivamente o carrinho pelo sling. Desde que seja usado com cuidado parece-me muito mais seguro do que as cadeirinhas de pendurar na mesa que alguns restaurantes disponibilizam e, ao contrário daquelas, pode ser lavado à máquina. Há um produto semelhante – o In the Pocket Baby (via SwissMiss) – que tem a vantagem de servir nas cadeiras de esplanada mas, tanto quanto sei, ainda não se vende por cá.

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