Os poucos dias que faltam para a A. fazer um ano foram a desculpa para experimentar inventar uma história de pano. A premissa era usar só restos de tecidos, e partir deles para construir o que fosse possível, uma página por dia. Esta tem um telhado que sobrou do #207 e uma matrioshka promovida a senhora alentejana vinda das sobras deste sling, mais uns retalhinhos deste quilt. A seguir, logo se verá.
Mais:
Louise-Marie Cumont por outros olhos.
Shizuko Kuroha: a vida começa aos 38.




“era uma vez uma linda casa caiada, onde vivia…”
Um espanto!
Estou curiosa por ver o resto da história…
Livros de pano! Também já me passou pela cabeça, mas não tenho para quem. Por enquanto…
Divertida a matrioshka à janela !
E gostei muito de conhecer o trabalho da S.Kuroha- parece a Vieira da Silva em tecido …
Lindo Rosa! x
Que belo projecto! E não há incentivo para criar como os nossos filhos, não é? ;-)
O trabalho e a atitude de Shizuko Kuroha são inspiradores. Obrigada (agora a ti) por partilhares!
Ficou uma lindeza a matrioska na janela! Também quero ver o resto da história.
Que ternura! Está lindo!
Beijinhos
So simple and so perfect. Looks like you’ve been fired by Louise-Marie Cumont and made it your own. Please let us know the stories you make up with her too!
Back in London and it is COLD. Um beijo
Que lindo!