

A minha crescente colecção de quadrados.
What’s quilting: colecção de links, a que acrescento este.

Era para ter sido acolchoado à máquina e posto na loja mas acabei por o fazer à mão e claro que pelo caminho perdi a coragem de me desfazer dele. Foi directamente inspirado por este. Não sei como se chama o padrão, mas recentemente a Mary (vasculhadora-mor dos arquivos digitais de aquém e além-mar) mostrou-me este outro exemplar, saído de uma colecção de fazer perder o fôlego (♥ ♥ ♥).
As fotografias dele aberto ficam para quando o levar a passear ou houver luz que chegue.


Hasta fin de existencias é um projecto-livro para os coleccionadores mentais de detalhes urbanos. Puxadores, campainhas, azulejos, paliteiros, montras e outros bocadinhos de Madrid em vias de extinção.



A olhar para as paredes. E para o chão.
O meu quilt está quase quase. Falta só a minha parte favorita (o rebordo) e depois lavá-lo para o ver transformar-se em mais um invólucro perfeito.
Birds of a Feather: a provar que nem todo o ponto-cruz contemporâneo precisa de ser uma piroseira (via Moving Hands).
Pledge Handmade: Natal feito à mão.

de anteontem, e no Público de hoje também.

Dois bonecos e mais alguns slings na loja.

Enquanto procuro (e vou encontrando!) mais testemunhos de babywearing tradicional português vou coleccionando imagens de personagens para outras histórias, como a desta menina agasalhada numa capucha. Eu também tenho uma assim quentinha, feita pelas Capuchinhas de Campo Benfeito e comprada na Feitoria.
(a fotografia está no livro A Queda da Monarquia. Portugal na viragem do Século de Maria Filomena Mónica, D. Quixote, 1987).
Já tinha deixado aqui alguns quilts de livros de histórias, mas este, do lindíssimo A Visit to William Blake’s Inn, é o meu preferido do momento. As ilustrações são de Alice e Martin Provensen, de quem tenho outras preciosidades mas apetece conhecer a obra toda.
Outros com as cores que me chamam neste momento: este (via Rita) e este.
Oficinas teórico-práticas de Iniciação às Técnicas do Tapete de Nó no Museu Nacional de Arte Antiga: começaram hoje e quem me dera estar a participar.
Poisson Rouge: Extraordinário site para crianças, que por cá destronou a simpática Ilha das Cores (dica do Le Monde enviada pelo avô).

Giotto di Bondone (c. 1267 1337), A fuga para o Egipto. Fresco da Cappella degli Scrovegni.
Tal é a quantidade de imagens com que me tenho regalado desde este post, que vou precisar de vários só para partilhar as minhas preferidas. A algumas cheguei sozinha, outras foram descobertas pela Mary e há poucos recebi um email da Hungria graças ao qual percebi, entre outras coisas, que o Menino mais célebre da arte ocidental foi representado mais vezes num sling do que eu pensava. Deixo para outra vez os bebés em cestos de muitos feitios e continuo a minha pesquisa de bebés portugueses enrolados nos xailes e capuchas das mães, irmãs e avós. Aqui fica uma amostra das técnicas europeias de cerregar os bebés com as mãos livres, algumas delas usadas desde a antiguidade até aos dias de hoje.