devagar

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Com quase dois metros por quase um metro e meio, achei que o melhor seria acolchoá-lo à máquina. Horas e um carrinho de linhas depois chego à conclusão que é para desfazer até aos alinhavos e recomeçar, à mão. Em vez de um dia vai levar semanas, mas é assim que gosto dos meus quilts, cosidos em lume brando.

diy wednesday: vintage shirt patchwork “quilt”: lindo e mais simples.

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  1. Compreendo perfeitamente o seu comentário, Rosa.

    Também já desisti de acolchoar as minhas mantas à máquina. Pode ser mais rápido mas acredito que o trabalho nunca me fica tão bonito (a minha máquina de costura é das comuns e não se compadece com uma espessura tão grande de tecido: trata tudo da mesme maneira e o resultado é um ponto engasgado e muitas palavras feias ditas por mim, em tom de desabafo…)e, acima de tudo,gosto de trabalhar no acolchoado durante o serão, quando os meus bébés já estão a dormir. Acho que a ternura e calma com que eu vivo essas horas “passam” para a manta…acredito mesmo nisto.

    Bom trabalho!

    Cristina

  2. e o que custa mais ainda é o tempo que se demora a desfazer…

    Ainda não experimentei nem um nem outro, vou ver como me vai sair.

  3. Tal como já tivémos oportunidade de conversar, são acabamentos diferentes e distintos – à mão ou à máquina.

    Gosto de ambos, e acho que um bom quilting à máquina pode proporcionar efeitos muitos interessantes, ao passo que um quilting à mão é muito mais subtil e tem outro encanto também por isso ;)

    Quanto a opções, no meu caso, seria impossível vender uma peça “quiltada” à mão (pelo menos a preços compatíveis com as nossas carteiras portuguesas)…

    Boa jornada de trabalho, vai ficar (ainda mais) lindo, com toda a certeza!

    :)

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