Monthly Archives: February 2008

dos outros

do chiado

Ver:

António Menéres, Dos Anos do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, que está quase a acabar.

Workshop, com elefantes azuis a correr parede fora que me lembraram os meus.

Rendez-vous de bicharocos internacionais

Fazer:

Charlie: saco de compras (via whip up).

Descobrir:

Mended, no blog que foi a minha descoberta do dia.

e celebrar o regresso da Claire.

chove

chove

Terminei-o esta manhã, mas o dia não está para fotografias. Vamos levá-lo a passear quando fizer sol.

combinar

tecidos

É bom ver os tecidos e outros materiais da Retrosaria a aparecer por aí, nas almofadas da Rita e nos quilts da Débora e da Gisela. Na fotografia outra combinação possível, com tecidos de três colecções diferentes mas que postos assim parecem feitos uns para os outros. Apetece fazer com eles um quilt assim, em degraus de quadradinhos pequeninos.

babywearing d’além mar

Famiglia Indiana Caraiba

…em gravuras dos séculos XVIII e XIX.

Mais duas mães que leio:

Obra da mãe, aliás tri-mãe, que tenho a sorte de conhecer em pessoa e que (ao contrário de mim) parece não ter perdido nem um neurónio pela(s) placenta(s).

Kdunk: amor de mãe por (e bem) escrito.

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retrosaria

retrosaria

Esta semana também há tecidos novos na Retrosaria. Dois pertencem à mesma colecção, combinam ambos com o terceiro e os três ficam bem com este. Planeei com eles mais um quilt ideal para principiantes, por ser feito só com quadrados. Outra boa notícia de hoje foi ficar a saber que a baeta de algodão (que quem já experimentou tem gabado tanto como eu) é feita mesmo só de fibras naturais (90% algodão e 10% linho). A terceira novidade foi a chegada de um livro que sempre adorei – Bonecos de Lã – onde há uns vinte anos aprendi a fazer bonecos com pompons e em tricot.

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shop update

#760

Dois bonecos e vários slings novos na loja.

porta-bebés (4)

bidonville

Tem estado em pousio a minha recolha de imagens e informações sobre as nossas práticas tradicionais de babywearing. Ontem um feliz acaso fez-me querer voltar a pegar-lhe o mais brevemente possível: o convite para a exposição do fotógrafo Gérald Bloncourt, que abre dia 18 no Museu Colecção Berardo é a fotografia de uma menina (filha de emigrantes portugueses em França) de boneca presa no xaile segundo uma das técnicas que cá se usavam.

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sos azulejo

sos azulejo

O anúncio que passa na televisão é medonho e o site não funciona (nem promete, pelo menos em termos gráficos), mas é importante conhecer e divulgar o SOS azulejo e saber a quem endereçar os alertas. Aqui pelo bairro continua a haver fachadas destruídas e revestidas a réplicas a dois quarteirões do Gabinete Técnico (aliás Unidade de Projecto do Bairro Alto e Bica).

Parente esquecido do azulejo, mais recente mas não menos interessante, ao mosaico hidráulico ainda não se dedica tempo de antena. A regra na Câmara de Lisboa e noutras é obrigar os proprietários a retirá-lo (!). Lá fora é tema para livros, por cá poucos dão por ele.

do japão

Tecidos

tecidos japoneses

Seja um envelope com amostras de tecidos ou uma encomenda para a Retrosaria, a correspondência vinda do Japão parece sempre especial. Das letras bem desenhadas aos selos e ao estalar do papel, mesmo na era do instantâneo sobram diferenças fascinantes.

Com dois dos três magníficos tecidos novos distraí-me a imaginar dois quilts possíveis, muito simples de fazer:

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miradouro

são pedro de alcântara

são pedro de alcântara

são pedro de alcântara

O jardim de São Pedro de Alcântara estava em obras há tanto tempo que a E. nem se lembrava de ir. Reabriu sem pompas (tal era a vergonha pelos atrasos) e está lindo e limpo, com acesso livre ao nível de baixo. A meu ver fazem falta uma esplanada e um par de baloiços, para que se possa gozá-lo e estimá-lo mais mas mesmo assim só para passear já é um regalo.

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