tempo de antena

traje à vianesa

O Museu do Traje de Viana do Castelo está a fazer uma recolha de imagens de trajes (anteriores a 1960) para poder constituir uma Base de Dados de apoio a estudos sobre a utilização do Traje Popular Vianense. Os álbuns de fotografias de família são uma das fontes mais importantes, onde se encontram muitas vezes imagens com enorme valor documental.

Por isso pedimos a sua colaboração: reveja os seus álbuns de família. Se encontrar alguma imagem empreste-a ao Museu, onde será digitalizada e imediatamente devolvida.

Os responsáveis pela recolha estão igualmente a preparar a edição de um livro dedicado ao tema, onde as fotografias mais interessantes poderão ser publicadas (caso os proprietários autorizem).

Bisavós minhotas ou longínquas tias mascaradas, por favor encaminhem-nas para o António Medeiros e o João Alpuim:

Museu do Traje de Viana do Castelo

Email: museutraje arroba cm-viana-castelo ponto pt

Tel. 258 809 377

mais

coser

coser

Tirando a roupa interior, e porque também tem a que era da irmã (se estivesse mais calor já podia usar este vestido), começo a convencer-me de que este Verão posso mesmo optar por não comprar roupa para a A. Ontem fiz-lhe mais umas calças e uma blusa. Para as calças usei um tecido de linho japonês que já tinha há muito tempo (espero vir a ter tecidos deste género em breve na Retrosaria) e para a blusa usei este e segui um molde deste livro.

A propósito:

Little Brown Dress, projecto performance de Alex Martin que durante um ano inteiro não vestiu senão um vestido castanho costurado por ela, num statement anti-consumismo.

super

sling

ron baby sling

Mãe, o namorado da Kim Possible também tem um sling!

Claro, quem é que derrotava tantos mauzões com golpes de ninja se estivesse a empurrar um carrinho ao mesmo tempo?

(na loja, mais um)

coser

A

Depois do casaco, umas calças, feitas também com sobras dos slings e por um dos moldes deste livro. Para primeira experiência (nunca tinha cosido nada mais comprido do que as culottes) não estão nada mal, parece-me. Aliás são tão fáceis de fazer que me apetece não comprar mais nenhumas para a A. enquanto ela usar fraldas e calças de elástico.

O entusiasmo com a confecção levou-me a passar hoje mais tempo do que queria a ver figurinos. Tenho o tecido africano ideal para as blusas que me apetece vestir no Verão, mas falta-me a experiência para tentar uma mais ou menos assim. Talvez encomende finalmente este livro e ganhe coragem.

no seixal

casaco novo

manas

Como a E. adoptou definitivamente o dela, fiz um casaco para a A. Este cruza um bocadinho à frente e pode levar um botão para ficar fechado. Também é reversível e do outro lado tem o mesmo tecido do capuchinho vermelho que a Rita usou nesta camisa.

De manhã passeámos no lindo centro do Seixal. Fiquei curiosa com os postigos que há em muitas casas, que não são para as cartas e parecem demasiado pequenos para gateiras.

padarias de lisboa

padaria

padaria

Tema improvável para um post e menos ainda para vários: padarias das que abrem das 7 à uma e das cinco às 7, que vendem pão feito na noite anterior em vez do pão quente a todas as horas que já nem é bem pão, com mosaico, azulejo, balcão de madeira e tampo de mármore. A última do meu bairro, na Rua das Gáveas, ainda atrai os turistas com os estuques pintados, mas nem o chão nem o balcão são tão bonitos como há uns anos. Ainda há alguma intacta?

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