Monthly Archives: March 2008

tempo de antena

traje à vianesa

O Museu do Traje de Viana do Castelo está a fazer uma recolha de imagens de trajes (anteriores a 1960) para poder constituir uma Base de Dados de apoio a estudos sobre a utilização do Traje Popular Vianense. Os álbuns de fotografias de família são uma das fontes mais importantes, onde se encontram muitas vezes imagens com enorme valor documental.

Por isso pedimos a sua colaboração: reveja os seus álbuns de família. Se encontrar alguma imagem empreste-a ao Museu, onde será digitalizada e imediatamente devolvida.

Os responsáveis pela recolha estão igualmente a preparar a edição de um livro dedicado ao tema, onde as fotografias mais interessantes poderão ser publicadas (caso os proprietários autorizem).

Bisavós minhotas ou longínquas tias mascaradas, por favor encaminhem-nas para o António Medeiros e o João Alpuim:

Museu do Traje de Viana do Castelo

Email: museutraje arroba cm-viana-castelo ponto pt

Tel. 258 809 377

mais

coser

coser

Tirando a roupa interior, e porque também tem a que era da irmã (se estivesse mais calor já podia usar este vestido), começo a convencer-me de que este Verão posso mesmo optar por não comprar roupa para a A. Ontem fiz-lhe mais umas calças e uma blusa. Para as calças usei um tecido de linho japonês que já tinha há muito tempo (espero vir a ter tecidos deste género em breve na Retrosaria) e para a blusa usei este e segui um molde deste livro.

A propósito:

Little Brown Dress, projecto performance de Alex Martin que durante um ano inteiro não vestiu senão um vestido castanho costurado por ela, num statement anti-consumismo.

corte

corte

figurinos

Corte e costura.

super

sling

ron baby sling

Mãe, o namorado da Kim Possible também tem um sling!

Claro, quem é que derrotava tantos mauzões com golpes de ninja se estivesse a empurrar um carrinho ao mesmo tempo?

(na loja, mais um)

coser

A

Depois do casaco, umas calças, feitas também com sobras dos slings e por um dos moldes deste livro. Para primeira experiência (nunca tinha cosido nada mais comprido do que as culottes) não estão nada mal, parece-me. Aliás são tão fáceis de fazer que me apetece não comprar mais nenhumas para a A. enquanto ela usar fraldas e calças de elástico.

O entusiasmo com a confecção levou-me a passar hoje mais tempo do que queria a ver figurinos. Tenho o tecido africano ideal para as blusas que me apetece vestir no Verão, mas falta-me a experiência para tentar uma mais ou menos assim. Talvez encomende finalmente este livro e ganhe coragem.

mais babywearing

babywearing

babywearing

Mais quatro das muitas imagens de porta-bebés tradicionais que tenho coleccionado. Na última, umas surpreendentes calças porta-bebés polares.

No presente e mais próximos, bebés nos meus slings: Uma de mim, Viagem a dois (na praia também), Le monde de Zuza, Mundo Perfeito e mais.

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retrosaria

retrosaria

Tecidos novos na Retrosaria, bons para fazer colchas ao sol.

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domingo

º^º

ºO0ºoºº

Sem a minha gente nem soube bem a Páscoa.

Faz hoje uma semana, conheci um rol de parentes. Todos Cortesão, todos descendentes de um meu tetravô de quem não tenho histórias para contar. Fora as dos talvez vinte que sempre me foram próximos eram poucas as caras familiares. Ganhei uma prima, homónima, heterónima, linda.

no seixal

casaco novo

manas

Como a E. adoptou definitivamente o dela, fiz um casaco para a A. Este cruza um bocadinho à frente e pode levar um botão para ficar fechado. Também é reversível e do outro lado tem o mesmo tecido do capuchinho vermelho que a Rita usou nesta camisa.

De manhã passeámos no lindo centro do Seixal. Fiquei curiosa com os postigos que há em muitas casas, que não são para as cartas e parecem demasiado pequenos para gateiras.

padarias de lisboa

padaria

padaria

Tema improvável para um post e menos ainda para vários: padarias das que abrem das 7 à uma e das cinco às 7, que vendem pão feito na noite anterior em vez do pão quente a todas as horas que já nem é bem pão, com mosaico, azulejo, balcão de madeira e tampo de mármore. A última do meu bairro, na Rua das Gáveas, ainda atrai os turistas com os estuques pintados, mas nem o chão nem o balcão são tão bonitos como há uns anos. Ainda há alguma intacta?