torto e direito

Os blogs e a internet parecem ter sido inventados para servir as piores características dos portugueses. (Miguel Sousa Tavares)

Os blogs são formas de comunicar entre terroristas, entre traficantes de droga. (Francisco Moita Flores)

Eu não ia e não vou escrever sobre o desserviço aos espectadores que foi o programa Aqui e Agora na SIC aqui há uns dias (só vi hoje, online), para não perder a compostura. Leia-se antes o que escreveu o Paulo Querido.

nível

sewing machine cover

A seguir a uma capa para a máquina de costura só falta começar a debruar a crochet os panos da louça para chegar ao nível máximo de parolice. O objecto, impossível de fotografar de forma lisonjeira, é útil e já me fazia falta há muito tempo. Usei como molde a capa feia e em mau estado que vinha com a máquina e deixei de fora as costuras para ter um ar menos arranjadinho. O tecido é este.

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época de caça (iv)

m_h

cor velha cor nova

Diz a Inês que fechou a época de caça e no que concerne a escolas é verdade. Com bastante alívio, digo eu, mas sem dar o caso por encerrado e a prole por entregue, que muita água há-de correr ainda debaixo da ponte.

Quanto a estas outras espécies venatórias, continuo a coleccioná-las. Não os troféus para pôr em casa (se bem que tenha alguns) mas antes os registos da sua sobrevivência no habitat natural.

anatomia da meia

meias portuguesas

meias portuguesas

Por volta do tempo em que os animais falavam também andava de meias feitas à mão. Em Reguengos de Monsaraz a minha mãe comprava-as às senhoras que as tricotavam e lembro-me de como eram macias por dentro dos tamancos. Fui buscar um dos pares sobreviventes para ver como eram feitas: do cano para baixo, e com uma linda espiral de k2tog na ponta do pé. Encontrei outras, de lã, também portuguesas e trazidas já não me lembro de onde, que usei como chinelos até terem ido por acidente parar à máquina de lavar. A que fiz ficou pronta entretanto.

Mais: senhora a fazer meia no nordeste transmontano (fundo da página) e uma formação para meias de cinco agulhas decorrida em Gouveia em 2003, que não me importava de ter feito (não sei se por cá já se começou a desenvolver o turismo ligado a este género de coisa, mas lá fora é uma realidade).

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está de chuva

crowd

uma meia meia feita

O tempo não está para passear nem para tirar fotografias aos bonecos que estão prontos. Por outro lado, está mesmo bom para tricotar. Ainda não comecei as meias perfeitas que vou fazer em Junho (já tenho na mala os novelos certos e umas lindas dpn em bambu) mas já aprendi que podem ser feitas a partir da perna ou da ponta do pé, fórmulas de cálculo para o número de malhas e variações sobre a curva do calcanhar. A minha meia de teste (que não vai ter par porque é feita com o que sobrou de um casaco da E.) segue à risca as instruções da Wendy D. Johnson (Detailed Toe-up Sock Pattern). Quanto às que farei a seguir, o mais importante é que sejam mesmo para usar.

Sobre o assunto: on wearing handknit socks e handknit socks + shoes.

agora vê-se, agora não

agora vê-se, agora não

Prédio em obras:

Não se importa que tire umas fotografias aqui a este chão?

Ah, tire à vontade. Isto é tudo para arrancar. Chão, porta e tudo.

Para arrancar? Mas a porta está óptima e é tão bonita.

Bem, a porta talvez tenha arranjo, mas o chão é que vai de certeza

Espero que voltem a pôr do mesmo material, ao menos.

Ó menina, isto já nem se fabrica!

Blá blá blá blá, em Estremoz, blá blá blá Lúcio Zagalo, e blá blá blá blá…

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