está de chuva

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uma meia meia feita

O tempo não está para passear nem para tirar fotografias aos bonecos que estão prontos. Por outro lado, está mesmo bom para tricotar. Ainda não comecei as meias perfeitas que vou fazer em Junho (já tenho na mala os novelos certos e umas lindas dpn em bambu) mas já aprendi que podem ser feitas a partir da perna ou da ponta do pé, fórmulas de cálculo para o número de malhas e variações sobre a curva do calcanhar. A minha meia de teste (que não vai ter par porque é feita com o que sobrou de um casaco da E.) segue à risca as instruções da Wendy D. Johnson (Detailed Toe-up Sock Pattern). Quanto às que farei a seguir, o mais importante é que sejam mesmo para usar.

Sobre o assunto: on wearing handknit socks e handknit socks + shoes.

11 comments » Write a comment

  1. Eu ainda não arrisquei nas meias, apesar de ter a lã preparada e tudo, mas sempre me senti uma rapariga de começar pelo calcanhar em vez do “toe-up”.

    Pena que essa não vai ter irmã, está a ficar muito bonita!

  2. Com esta meia sem par podes fazer um fantoche para a E.e a A. brincarem, quando era pequena a minha avó costumava fazer e eu adorava.

    Nunca mais vem o “bom tempo”!

    bom fim-de-semana :)

  3. Que pena só conseguir ver as orelhinhas das bonecas, que só pelo vislumbre, já se percebe que são mesmo primaveris, ao contrário deste tempo de tristeza, em que me dá pesadelos, ao pensar que vou ficar sem férias de jeito, com sol… Enfim, esperança, já não deve tardar, I hope… Lindos posts, adorei os azulejos!

  4. ola

    passei por ca e adorei oq eu vi !!

    estas bonequinhas sao fantásticas!!! lindas!!!

    algumas fazem-me lembrar a minha infância!!

    Parabéns!!

    isa

  5. Olá Rosa,

    Gostei especialmente do link “on wearing handknit socks”. Apesar de suspeita, subescrevo em pleno o post em praticamente todos os seus aspectos (acho que ainda vou acabar por por o link no meu blog). Infelizmente não se dá valor ao que é feito à mão. As pessoas imediatamente comparam o preço de um objecto feito à mão com um qualquer comprado numa loja feito em série e sem qualquer cáracter ou qualidade. É frequente ouvir-se o sussurrar indignado “tão caro!” sem sequer se darem ao trabalho de pensar no trabalho por detrás da concepção e execuçao do objecto em questão, estando até o preço, na maioria das vezes, abaixo do que seria verdadeiramente justo.

    A qualidade é ainda infelizmente e frequentemente preterida em relação à quantidade.

    Mais uma vez obrigada pelo teu post.

    ana

  6. pois é. com o tempo assim só dá mesmo vontade de tricotar. já tinha guardado os wip de tricot, até outubro. mas este fim-de-semana fui buscá-los.

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