segunda

times 2

Chamei a E. para vir ver o parto da boneca, o virar do avesso para o direito em que se faz sair por um espaço tão pequenino os braços, pernas, a cabeça e o corpo todo. Nasce dela própria, engelhada e à procura do primeiro fôlego. É ainda agora um momento mágico.

o pé que embala o berço

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Ontem não pude passar por aqui, tal foi a lufa-lufa (e-lufa-lufa) na Retrosaria. Hoje, estas duas imagens que vinha mostrar só por serem no fundo a mesma (com uns cem anos de distância que podiam ser mil) puseram-me a pensar nas alturas todas em que, para o melhor e para o pior, sou mãe assim com o pé e nas minhas dúvidas existenciais quanto ao assunto. Isto na semana em que a A. manifestou com veemência querer abandonar aos dezoito meses duas práticas que era suposto durarem mais um ano: a sesta e as fraldas. Quanto mais acho que sei disto de ser mãe mais ela me mostra que sei muito pouco.

A propósito, tenho seguido com alguma atenção o blog Baby Sol, em que uma licenciada em Microbiologia e pós-graduada em Segurança Alimentar aconselha mães baralhadas acerca da alimentação dos seus rebentos. Confesso que me arrepia ler os comentários enviados por pessoas que alimentam os bebés a comida de pacote (leite da lata, fruta de boião, pão de plástico) e dão comida de bebé a crianças com idade para correr atrás de uma bola, mas os posts estão cheios de conselhos e explicações interessantes.

A imagem da esquerda é tirada do magnífico As Mulheres do Meu País, de Maria Lamas, que aqui há-de aparecer muitas mais vezes e que conheci graças à Mary e à Rute Reimão. A da direita é daqui.

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meias

retrosaria

Não tive tempo hoje para fazer a planeada actualização da Retrosaria, mas entre as novidades que ficam para amanhã estão sacos japoneses como este, que é o que vai transportar os meus planeados tricots. A propósito destes (obrigada por todos os links e sugestões) e, mais precisamente, de meias tricotadas, para além do padrão, preciso de escolher a lã. Para baralhar, o melhor é percorrer os posts da Jane sobre o assunto, onde as lãs são sempre muito mais bonitas do que nos sites que as vendem. Balanço entre a linha da Regia com cores Kaffe Fasssett (Inky socks), uma Trekking XXL (Juicy socks), a Lana Grossa (Marmalade socks) e queria ler Finlandês para fazer estas com uma Colinette Jitterbug.

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campo

alhos vedros

alhos vedros

Não me lembro de em pequena ser grande fã de cavalos, mas agora impressionam-me. São outra medida do espaço e do tempo pré-industrial, como o pão feito em casa e a roupa cosida à mão.

Já a tomar o gosto a uma semana de férias que aí vem, apetece-me levar agulhas e lã para fazer meias, mas como serão as primeiras preciso de um bom modelo e não sei por onde começar (sugestões?).

Pub:

Recebi da editora para oferecer aqui (!) um exemplar do livro The Friday Night Knitting Club. Ainda não o li, mas consta que é chick lit com tricot pelo meio, e que é divertido (vou sorteá-lo no fim de semana entre os interessados que deixarem um comentário neste post).

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florinda

florinda

florinda

Houve que ganhar coragem para lhe bordar a cara, de maneira a estar pronta de manhã. Agora chama-se Florinda. De dia experimentou todas as mobílias de bonecas cá de casa, as de casa da avó e da bisavó também. Como estava frio vestiu (por cima da camisa velha do avô que lhe serve de corpo) um colete de perna e depois todas as roupas de todas as outras bonecas. Foi dormir com a E. de vestido e avental.

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