manoel de oliveira

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A outra exposição em Serralves também merece uma visita (sendo-se ou não fã incondicional do cinema de Oliveira). A E. não descolou dos excertos do Aniki Bobo (temos de o ver em família em breve), eu chorei como sempre com os d’O Acto da Primavera e todos nos rimos na cena do burro a pôr gasolina.

A propósito do comentário da Marta ao post de ontem, o nosso segredo para ver tantas exposições com elas é mais ou menos isto: um adulto extra para ajudar, um sling para carregar a A. quando ela começa a ficar cansada e, sobretudo, bastante descontracção em relação ao assunto: às vezes vê-se melhor e outras menos bem, às vezes não se chega ao fim mas sempre se viu alguma coisa, vê o pai e depois a mãe ou vice-versa, numas é possível interessá-las pelo que estão a ver e noutras nem há que tentar e o importante é que nos deixem ver a nós sem se aborrecerem demasiado.

A despropósito, o destaque d’A Ervilha Cor de Rosa no site Escape e a entrevista mais interessante que dei até hoje no novo blog do Frederico Duarte.


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