Monthly Archives: April 2009

timeout

Timeout Lisboa

Estou na TimeOut desta semana. A entrevista é da Ana Garcia Martins e está online aqui.

Quanto ao caso, as últimas informações são de que se mantêm à venda as peças de roupa que usam a imagem do boneco no tecido e etiquetas mas que o boneco propriamente dito terá sido retirado das lojas (ainda aguardo confirmação dos amigos em solo estrangeiro).

quiosque de refresco

quiosque de refresco

quiosque de refresco

Tenho uma grande admiração pela Catarina Portas. Conheci-a na altura em que o projecto d’A Vida Portuguesa dava os primeiros passos e desde então temos partilhado conversas e interesses. A Vida Portuguesa criou uma moda. O trabalho pessoal que a Catarina fez junto de muitas empresas (convencendo-as a preservar e mesmo a recuperar determinadas características dos seus produtos) beneficia agora as inúmeras lojas que passaram a interessar-se pelos objectos quotidianos do Portugal do século passado e a apresentá-los com um orgulho inimaginável há dez anos. Novidades como a Portugalo e muitas outras devem-lhe a inspiração e o desbravar do caminho.

A mais recente aventura da Catarina (em parceria com João Regal) são os Quiosques de Refresco: três quiosques antigos recuperados e agora abertos ao público com uma ementa irresistível (limonadas, mazagran, chá frio, orchata, leite perfumado com canela e limão, xaropes de capilé e de groselha, etc.) e que só podem ser um sucesso. O das fotografias é o do Camões, que inaugurou hoje.

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páscoa

páscoa

A E. já não acredita que os ovos de chocolate sejam trazidos por uma cegonha mas vai espreitando para o quintal durante o almoço, não vá estar enganada.

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#oilily

#oilily

No DN de hoje.

obrigada

chão

A quantidade de mensagens, comentários, tweets e posts em muitos blogs a propósito deste caso tem sido comovente e o ponto alto desta semana. A situação mantém-se inalterada, e confirma-se que a Oilily está em risco de falir (karma?) e também que os bonecos continuam à venda nas lojas como se nada se passasse (como seria se fosse uma empresa portuguesa a plagiar um designer holandês?).

Os próximos dias (com a Páscoa pelo meio) serão para tudo o que ficou para trás entretanto: pôr tecidos novos na Retrosaria, algumas ideias no papel e, depois deste desgaste intensivo, respirar fundo.

Obrigada!

ugly oilily

Fotografia tirada na loja Oilily de Dusseldorf (Alemanha).

*There is a short English version at the bottom of the post*

(…) hoje ao passear-me na Oilily (de Amesterdão) encontrei uns bonecos que julguei que seriam teus. Como boa Lusa enchi-me de orgulho. Quando peguei neles e não lhes encontrei a tua etiqueta, achei que poderiam ser uma cópia “inspirada” nos teus. Mas o mais grave é que os tecidos têm o mesmo boneco espalhado (na roupa de bébé). Na dúvida de ser um trabalho teu ou não, achei que seria importante alertar-te! Não é uma empresa qualquer. Podes ver no site deles. (…)

É verdade, infelizmente. A conceituada marca holandesa de roupa de criança e mulher está a vender bonecos indiscutivelmente copiados dos meus e a usar a imagem desses mesmos bonecos em inúmeras peças de roupa de bebé. Soube-o poucos dias antes de receber este comentário da Mica Cabral.

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☐ ☐ ☐

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Apesar de ter começado a brincar com retalhos já há anos, nunca tinha experimentado a técnica da parede de flanela. É usada pela Denyse Schmidt e recomendada no seu (excelente) livro – Denyse Schmidt Quilts – de iniciação ao patchwork. Além do mais, é extremamente simples: uns metros de flanela presos à parede (ou, como no meu caso, provisoriamente pendurados numa estante) dão uma superfície a que os tecidos aderem como se fossem autocolantes. Em geral combino os tecidos no chão, mas a verdade é que o chão está sempre no meio do caminho do jogo das escondidas, dos berlindes e da carruagem dos playmobil. Um cenário de flanela, que não é preciso desfazer ao fim de umas horas, é de facto muito mais simples.

Os tecidos deste meu próximo quilt são quase todos da Retrosaria, mais dois ou três que tinha guardados há uns anos. As cores são uma variação das que uso sempre (só com mais preto e tons ligeiramente mais saturados). O padrão é dos mais simples que há (quadrados alinhados verticalmente), mas no meu caso foi directamente inspirado por esta lindíssima fotografia que me serve de desktop há mais de um ano:

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metros

tecidos novos

e mais metros, na Retrosaria.

poisson d’avril

poisson d'avril

poisson d'avril

O primeiro de Abril francês é mais ao gosto da E.: inclui desenhar, recortar e usar fita-cola. Outro e outros peixinhos de Abril.

Quanto ao outro assunto, está neste momento nas mãos deles tomarem ou não a decisão certa. Mais novidades em breve (e façam figas!).