Ver sair literalmente à rua quem trabalha e ensina nas nossas universidades faz-me ter saudades de uma escola que podia e devia ser a nossa, em que os oradores falam com entusiasmo do que efectivamente sabem (sem a leitura monocórdica de comunicações tão frequente nos congressos), em que o conhecimento fruto do trabalho de investigação é chamado a transformar o mundo cá fora (em vez de se perder nas habituais e estéreis rivalidades académicas) e onde não há lugar para bocejos. Vim de Belém satisfeita.















tive tanta pena de não ter podido ir assistir; espero que tenham filmado o encontro
Tive muita pena por não ter podido ir. Espero que muitas pessoas tenham aderido à iniciativa e que no futuro próximo toda esta situação fique resolvida!
Muy lindo el Blog! :D
Com muita pena minha não me foi possível estar presente neste colóquio, estava em Évora e cheguei bastante tarde.
Tenho divulgado tanto quanto posso o nosso Museu e não vou parar de o fazer.
A parolice tem de ser combatida de alguma forma. Tem de haver uma maneira de parar o fecho.
Paula Tadeu
A propósito de universidades na rua conheces o trabalho do filósofo Michelle Onfray, em França, com as universidades populares?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Popular_de_Caen
Eu estive lá e aprendi muito. Obrigada!