gato e rato

e. cose

e. cose

A gata fez desaparecer para um esconderijo secreto os ratinhos de brincar e a E. decidiu fazer-lhe um novo. Puxei d’O meu Primeiro Livro de Costura, que sei de trás para a frente por o ter folheado tantas vezes em pequena, e deitámos mãos à obra. Normalmente maça-se ao fim de uns minutos de agulha na mão (e eu nunca insisto para que continue) mas hoje não perdeu o interesse. Ficou pronto num instante e foi o brinquedo da tarde.


gato e rato

gato e rato

Ali em baixo discute-se como dar legumes às crianças e eu apesar de leiga não resisto a comentar também o assunto:

Pais que gostam de legumes e de uma alimentação variada têm boas hipóteses de serem (nisso como em tudo o resto) imitados pelos filhos. Uma mãe que só coma os brócolos por obrigação vai ver de certeza o filho a franzir-lhes o nariz. Até ir para o infantário, aos dois anos e meio, a E. não sabia que era possível dizer não gosto do que lhe fosse dado à refeição. Comia favas, grelos, comida indiana e o que quer que fosse que cozinhássemos. Estou convencida que parte da explicação da abertura dela a sabores bastante diferentes do que em geral se acha que as crianças muito pequenas gostam de comer reside no facto de termos sido bastante rígidos quanto à ingestão de doces e outras comidas pouco saudáveis nos primeiros tempos e de termos introduzido os legumes muito cedo na alimentação dela, dando muito mais sopas feitas em casa (às vezes engrossadas com arroz e outros cereais) e fruta do que papas de pacote. Com um ano comia à mesa a nossa comida (essencialmente ovo-lacto-vegetariana) e nunca estranhou os legumes da mesma forma que aprendeu cedo a gostar de caril, cachupa, humous, etc. Claro que depois de entrar para a escola as coisas mudaram bastante e tivemos a fase do horror aos espinafres, a do asco ao arroz de estrugido e várias outras, ou não fosse ela uma criança normal. Com a A. foi a mesma coisa, com a diferença de ter aprendido a fazer fitas com a irmã sem ser preciso sair de casa. Ah, e a E. este ano experimentou um hamburger McDonald’s pela primeira vez e felizmente não gostou.

27 comments » Write a comment

  1. Concordo em relação à alimentação, nós somos o exemplo deles. Os pais que se assustam com o sabor «horrível» dos legumes, e por não comerem não os dão aos filhos, podiam aprender que se podem cozinhar de variadas maneiras, não necessariamente o cozido simples com a pitada de sal. Até por volta dos 2 anos o prato preferido da minha filha foi peixe cozido com bróculos. Também ajudou provar o primeiro doce só aos 3 anos.

  2. tive uma experiência “alimentar” muito similar com os meus dois pequenos. até mesmo a recente ida ao McDonalds, e meu grande alívio por não terem gostado :)

    mas noto uma diferença grande de “personalidade gastrônomica” – enquanto a minha filha a restrição a doces fosse quase desnecessária – pois ela pouco se interessava por eles, o mais novo se pudesse comeria bolos, pudins, balas e o que mais açucarado lhe aparecesse pela frente.

    acho que o fundamental é isso mesmo que disseste no início – o exemplo dos pais e o acesso diário a uma variedade de sabores.

  3. Adorei este teu comentário sobre a alimentação…

    E a costura da E fez-me lembrar as minhas primeiras costuras, a de um cão deitado.

    Estas pequenas costuras são tão importantes!

    :_)!!!

    Peço-te que alteres o meu e-mail na lista da Retrosaria.

  4. o ratinho está muito engraçado, cá em casa acontece o mesmo, compramos ratos ratinhos bolinhas & tudo desaparece, só qd faço 1 limpeza a fundo em casa é q acabo por os encontrar bem escondidos ! vou comprar esse livro para a minha filha, penso q ela vai gostar !

    a nível da alimentação para as crianças, nomeadamente as mais pequenas, estou de acordo contigo, eu nunca dei papas aos meus filhos, mas sim legumes desde o início da diversificação alimentar. Qd apresentava um legume q a criança não queria comer na 1a ou 2a vez, voltava sempre a apresentá-lo mais tarde para q esta compreendesse q fazia parte do regime alimentar em casa e q era importante para ela de variar. Aos poucos ía comendo o q no início não gostava ! mas ainda não gosta de milho nem cogumelos, só come misturados com arroz e brocolos na escolinha pq foi a professora q os preparou !

  5. Parabéns à E., o rato ficou lindo e vê-se que a Twitter gostou.

    Concordo contigo na questão da alimentação e da apresentação de variedade às crianças. A M com 1 ano e meio comia de tudo e também nunca lhe ouvi a frase “Não gosto”. Percebi desde cedo que há texturas que não lhe agradam tanto, por exemplo papas ou sopas completamente passadas, nesses casos também nunca insisti muito e arranjámos alternativas. Só já com 3 anos começou a dizer que não gostava de algumas coisas. Deduzo que por associação com a escola porque começou a torcer o nariz a alguns alimentos que sempre comeu. Cá em casa tem resultado a apresentação continuada dos mesmos e os “Não gosto” que apareceram têm-se vindo a dissipar sem pressões.

  6. O livro parece ser mto engraçado! É em português! Ainda se vende por cá? Gostava de o oferecer à minha sobrinha :)

    Quanto à alimentação concordo em absoluto com a Rosa!

    Belo post!

    Beijinhos

  7. Que ratinho tão engraçado. O livro parece-me fantástico. Aprecio imenso o seu trabalho :) E aproveito para lhe perguntar onde são feitas as suas etiquetas – as pequeninas, com o “R”, claro!. Muito obrigada. E continuação de óptimo trabalho

  8. Esse ratinho ficou lindissimo ! Parabens menina gira pelo teu trabalho !

    No assunto da alimentaçao, estou um pouco confusa : a minha grande sempre comeu de tudo (mesmo so provando um pouco) e ainda aos 5 anos, nunca provou um hamburger e nao lhe apetece. E a minha pequena, se eu fosse escuta-la, comia so doces… E a nossa alimentaçao nao mudou… Nao sei donde vem esta diferença…

  9. Parabéns para a E. O ratinho está a fazer inveja a muitos gatos nas redondezas:)

    Quanto ao tema que está em discussão sigo o lema “é de pequeno que se educa”. E vamos viajando para os 4 cantos do globo sem nunca termos tido problemas.

  10. Também nunca tive grandes problemas com a alimentação cá em casa, Temos uma alimentação bastante variada onde os legumes estão sempre presentes tanto a Matilde como o Miguel sempre comeram de tudo. Os doces agora já é mais difícil de controlar mas de todas as maneiras só comem em dias de festa ou aos fins de semana.

  11. Bem, acho que já sabemos a quem sai. E sai-se muito bem, melhor que certos adultos.. (cof, cof)

    Quanto ao regime alimentar dos pequeninos é um tanto ou quanto polémico porque existem estudos contraditórios dos variados regimes, por interesses económicos da industria alimentar mas não só.

    Por aqui privilegia-se a variedade num estilo macrobiótico. E tentou-se evitar os doces até há pouco (bem mais cedo do que planeei) a verdade é que tudo se torna bem mais difícil quando temos parentes que não respeitam as decisões dos pais e infantários que inundam as crianças (sempre que há festa) de saquinhos de doces..

    Concluindo, o nosso exemplo é extremamente importante pois somos a sua primeira referência e de seguida instituir o hábito. Importante será não proibir alimentos se a criança mostrar interesse, promover a variedade e incutir em casa na criança o regime mais adequado.

  12. Bem….este post tenho mesmo que comentar!!! É que 30 anos depois vejo uma criança a fazer exactamente o mesmo ratinho que eu fiz quando tinha a idade dela…e foi a minha primeira peça de costura…escusado será dizer que transbordei de emoção e nostalgia!!!!

    Quando tinha a idade da E. eu e o meu irmão na altura das “férias grandes” fazíamos grandes incursões à biblioteca municipal e trazíamos sempre uns quantos livros para casa e lembro-me perfeitamente que quando vi este livro (o meu primeiro livro de costura) não houve hesitações. Dele fiz o ratinho em tweed (que ainda hoje guardo comigo) e uma boneca com o respectivo vestido (que se perdeu no tempo). Não sei qual foi a sensação da E. quando terminou esse ratinho, mas lembro-me perfeitamente de ter ficado cheia de satisfação quando terminei o meu. A alegria de produzir algo com as nossas mãos é qualquer coisa de fabuloso.

  13. Olha que giro… no meu blog o post de dia 23 também é sobre um gato e um rato (mas o rato é do Ikea)!! Gosto muito mais do vosso, onde é que se encontra esse livro?! Também preferia ser eu a fazer os ratos para os meus felinos!!

  14. O livro está esgotado há muitos anos, mas às vezes ainda aparece pelos alfarrabistas. E na net (ver link no post) consegue-se comprar a edição original em segunda mão.

  15. quanto à alimentacao dos pequenos, também acho que o segredo é alimentá-los desde o comeco apenas com comida “de verdade”, legumes e cereais frescos desde que comecam com os sólidos e evitar ao máximo a comida “mumificada” dos vidrinhos, alimentos velhos que permanecem por meses nas estantes, isso nao pode ser saudável ou positivo, que venham com qual argumento for – já escutei o absurdo de uma mae, provavelmente repetindo o que a indústria das papinhas diz, que é muito mais saudável as papas prontas porque os legumes sao examinados e descartados se contaminados de alguma forma, e isso nao é possível com os legumes de supermercado mesmo se Bio. Ora, se a crianca se alimenta bem com comida super fresca, ela tem mecanismos de limpeza no organismo que descarta por si só o que quer que for, inclusive doencas. Já a que come só papinhas mumificadas, bem, minha observacao com as criancas de conhecidos que as alimentam exclusivamente com “papas fakes” é a de que vivem doentes… e também crescem e nao comem nenhum legume, só carne e carboidratos!! minhas meninas comem de tudo com gosto, inclusive espinafre (folhas frescas pouco cozidas de maneira a se manterem verde intenso, com suco de limao e sal por cima, delícia!). Até salada verde, que crianca detesta (eu também nunca gostei quando crianca), de tanto verem os pais comendo com interesse, elas também pescam folhinhas na saladeira e já comecam a demonstrar gosto pela coisa.

    quando nao gostam de algo, nao insisto. coloco uma boa quantidade no meu prato e como “com gosto”, soltando umas exclamacoes de quando em quando: “hum, hum, huuuuummmmm, mas que delícia”, olha, funciona mais que um discurso longuíssimo de quao saudável é um certo alimento, ou quao inteligente ela vai ficar se o comer, ou, ou… vc tem razao, tudo é mímesis, a crianca sempre imita e repete aquilo que os pais fazem ou como agem, em tudo mesmo, é assim que aprendem as coisas, da fala aos gestos, das emocoes aos talentos (olha, o rato da E. ficou lindo!) e por que seria diferente na mesa?

    nossa, está ficando longo, mas queria falar sobre os gatos, vou voltar, um momento…

  16. Entao, os gatos, voltando à conversa das raçoes secas. Minha gata também sempre se alimentou com essas, pelas mesmas razoes de quase todos, falta de tempo e na verdade ausência ao longo de todo o dia de casa, trabalhando. Ela é super saudável, já é super velhinha (deve ter já uns 18 anos, o que é raro pros felinos), e se vc nao vive em apartamento nao se preocupe que ela vai providenciar o próprio alimento fresco (é super triste, mas elas, mais do que eles, sao super caçadoras, e muito freqüentemente aparecem com passarinhos na boca. Nao tente tirar! Eu a primeira vez que vi quase tive um ataque, voei pra boca dela, abri com muito custo, e o pobre do passarinho agonizou por uma tarde inteirinha até que morreu (é muito pior, convenhamos!), já se vc deixa com ela, em alguns minutos está tudo terminado dentro da barriga) Eu quase morria quando ela pegava um beija-flor! – tinha muitos beija-flores na regiao onde eu morava.

    Mas eu também sempre dei da nossa comida quando ela pedia (sim, tem um miado todo específico pra vir ao meu pé quando estava com meu prato de comida, claro que sempre ganhou uns regalos), experimente o que vc come, vai ver vc vai criar uma ovo-lacto-vegetariana felina, por que nao? A minha adora queijo.

    Quanto à castraçao, também foi castrada, mas nossa veterinária me aconselhou (e eu acredito, porque ela é muito boa mesmo) que eu deixasse Beatriz (esse é o nome da minha gata :) ter umas duas ninhadas, ou seja, ela ficou grávida duas vezes, e deu os gatinhos mais fofos! o trabalho enorme é achar um novo lar pros bichinhos depois do desmame lá pelo segundo mês (e conter a vontade enorme de ficar com TODOS!)… mas a veterinária disse que se for vetada à gata o ato de ficar grávida e amamentar, seja castrada ou a injecao pra nao engravidar já na puberdade, é muito maior a probabilidade de câncer e morte prematura, entao…

    e como vale a pena ver ela barriguda, depois tao linda cuidando dos filhinhos, tao carinhosa, incrível. E ter cinco, seis filhotinhos correndo pela casa! Nao tem nada mais fofo e doce do que um gatinho bebê recém-nascido! (ops, nao é verdade! quem é mae sabe ;), mas aquelas bolinhas de pêlo te olhando curiosos… ah! eu quase morria de amor.

    A primeira vez que pariu, estava tao assustada porque nao entendia o que estava acontecendo, a barriga se mexendo toda, provavelmente já as contracoes, ela pulou no meu colo! queria parir no meu colo!!!! :) eu colocava no ninho que nós preparamos pra eles, e ela pulava de volta pra mim, até que o primeiro saiu, pluft, ela instintivamente comecou a lamber o bichinho e daí pra frente entendeu tudo! os outros 4 nasceram na paz :)

    boa sorte com a nova gatinha! A Beatriz é exatamente da mesma cor! ela adulta ficou maravilhosa, peluda, com essas cores rajadas, do marron escuro ao laranja, passando pelo bege, amarelinho, cinza, uns pêlos pretos entremeados. Ai que saudades da Beatriz (ela vive agora com minha mae, porque eu estou muito, muito longe deles, alguns mil kilômetros, e nao queria fazê-la passar pela tortura de mudar de país. Já mudar de cidade foi um martírio pra uma gata, eles detestam movimentos rápidos como andar de carro, os felinos, eu acho que é porque têm um senso de orientacao muito apurado, e deve ser uma loucura pra eles se movimentar a 120 km/h! ficam desesperados! parece que o mundo está acabando!

    Quando mudei ela de cidade, foram 8 horas ininterruptas de miados estridentes, olha, nao sei como agüentei. Muito amor à felina, porque dirigir com aqueles miados todos, quase me deixou louca! Eu pensava a todo minuto depois de 6 horas, agora eu vou parar, abrir a porta do carro e deixar ela aqui no campo, aqui é tao lindo, ela vai ter uma vida campestre maravilhosa e se alimentar de passarinhos, tudo vai ficar ok, ela vai sobreviver :) claro que nao parei, mas nossa, foi horrível.

    Queria ser positiva, desculpe todas as lembraças! O que queria dizer, a raçao é ok, nao sinta-se mal, mas dê outras coisas pra coitada, porque imagina viver de biscoito, que coisa chata!

    A castracao também é ok, mas deixe ela parir uma vez só talvez, ela provavelmente vai amar ser mae, e as meninas também vao adorar serem “maes” de gatinhos recém-nascidos :)

  17. Também tenho esse livro!!

    Relativamente à alimentação, sou da mesma opinião. A R. até ir para o infantário comia nabo cozido como se fosse uma iguaria e adorava “evilhas”. Felizmente, hoje com 9 anos, nunca provou hamburger no McDonald’s e gosta pouco de batata frita.

    Já se queixou várias vezes que é a única a levar para a escola um lanche “normal” para meio da manhã. Costuma levar pão, leite ou iogurte e uma peça de fruta.

    E às vezes fico a pensar no que será um lanche “não normal”.

  18. olha, eu era terrível à mesa e muito esquisita com a comida e agora não… sei muito bem do que não gosto (poucas coisas) e como um pouco de tudo… aliás adooooro cozinhar (aprendi tarde) e descobri a razao da cebola estar presente e d às vezes encontrar 1 mosquitito na sopa da minha mae por ter sido feita com couve do quintal e aquele ter escapado à lavagem… deixei de torcer o nariz… se calhar se tivesse aprendido mais cedo teria ultrapassado muita coisa… elas ajudam-t na cozinha? era sempre giro verem…

    os gatos da minha mae comem de tudo: de paxote, restos da comida dela, o que caçam… enfim… às vezes não gostam dos restos mas outras nem por isso e querem mais… tive uma gata que adoraaaava feijao verde cozido e temperado como se fosse salada… a minha mae cozia sempre um extrazinho para ela! :)

    achei piada ela ter feito um ratinho pa gatinha… bjnhs a todos e festinha pa twitter

  19. venho sempre destoar, mas paciência. Isto também para que mães ou pais que descubram que os filhos gostam de McDonalds se sintam os piores pais do mundo. Os meus 3 filhos gostam de McDonalds, o mais novo gosta do brinquedo que vem com o Happy meal. Aqui em casa come-se sopa (todos!) e legumes, obviamente, de uns gosta-se mais e de outros menos, começam a comer a comida de todos ao ano, caril e comidas indianas incluidas, feijão preto e comida brasileira, favas etc, somos uns gastrónomos exigentes. Nunca, mas nunca, há refrigerantes com excepção das festas,à refeição bebe-se água e os pais, às vezes, bebem vinho. E os meus filhos gostam de McDonalds que comem muito raras vezes, e um dia deixarão de lhes ligar, tal como os pais.

  20. Cá em casa é igual. O Gaspar sempre foi boa boca. Prova de tudo e é muito petisqueiro. Felizmente na escola dele tem o privilégio de comer comida ainda mais diferente. Grelos, lentilhas, beterraba, coves, feijão, tudo. Também não gosta muito de carne, mas quando vê peixinho arregala logo os olhos…hummm peixe! É tão mais fácil quando eles comem bem. Os cogumelos é que não entram na boca nem por nada :-)

  21. Olá Rosa

    O D (3 anos de palmo e meio) gosta de quase tudo, por opção. Eu não gosto de uma serie de coisas, mas nunca o limitei a gostar mais de uma coisa ou outra. Não gosto de borrego, mas os avós preparam-lhe um estufado que ele adora, não gosto de peixe cozido, ele adora, especialmente se for acompanhado de cenouras (oh avô, não te esqueças das cenouras que eu e o meu coelho gostamos) e brócolos. Tudo o que não apreciamos cá em casa, peço aos avós para fazer e para lhe dar, nas visitas que faz. Assim tem provado de tudo e tem ganhado gostos particulares. Sei que odeia arroz só porque é difícil de apanhar com o garfo, mas que adora feijão seja onde for. Sopa não pode ser passada, tem de ter algo a boiar e ovo só cozido, mexido ou estrelado não. Fruta só em puré (vá se lá saber porquê) e bem cremoso, mas as batatas cozidas têm de ser em bocados grandes que ele corta a gosto. Eu fui obrigada a comer de tudo em criança e aquilo que não gostei na altura, ainda não gosto agora. Ele parece-me boa boca. Aprecia pasteis de Belém mas não quer ver chocolate nem pintado. A melhor sobremesa continua a ser iogurtes de baunilha. Esses é que não podem faltar lá em casa para as emergências. Beijinhos e boas coseduras. BD

Comentar